sábado, 14 de junho de 2014

Parque Estadual do Itacolomi

A turma de Biogeografia do ano de 2014, que cursa Geografia na Universidade Federal de Viçosa, realizou uma visita técnica ao Parque Estadual do Itacolomi, no dia 13 de junho de 2014. O Parque Estadual do Itacolomi localiza-se a aproximadamente 100km de Belo Horizonte, nos municípios de Mariana e Ouro Preto em Minas Gerais, ao sul da Serra do Espinhaço. A região é caracterizada por vegetação em faixa de transição entre a Mata Atlântica e o Cerrado, e com relevo acidentado, com altitudes que variam de 700 a 1772 metros. O Parque está inserido em um contexto histórico e econômico extremamente importante para Minas Gerais e o Brasil. Criada em 14 de Junho de 1967 pela Lei Estadual nº 4.495, a Unidade tem como principal referência o Pico do Itacolomi.

Grande parte do Parque Estadual, 4.863,15ha, está localiza no município de Mariana, apesar da única portaria estar em Ouro Preto que possui 1.137,10ha da área da Unidade. O nome Itacolomi provém do tupi-guarani e quer dizer “a pedra e o menino” (ITA – CORUMI). No entanto, há outras versões para o termo. Alguns historiadores crêem que a explicação para o nome encontra-se na cultura dos índios Cataguases, para quem “itacurumim” significava “pedra-menino” ou “bebê-de-pedra”. As duas vertentes, embora apresentem diferentes origens para o termo, apontam para a peculiar formação do relevo, constituídos por uma pedra maior (a mãe) e outra menor (o menino).

O Parque possui uma área total de 7.543 hectares de matas onde predominam as quaresmeiras e candeias ao longo dos rios e córregos. Nas partes mais elevadas, aparecem os campos de altitude com afloramentos rochosos, onde se destacam as gramíneas e canelas de emas. Abriga muitas nascentes, escondidas nas matas, que deságuam, em sua maioria, no rio Gualaxo do Sul, afluente do rio Doce. Os mais importantes são os córregos do Manso, dos Prazeres, Domingos e do Benedito, o rio Acima e o ribeirão Belchior.

Diversas espécies de animais raros e ameaçados de extinção podem ser encontrados na unidade de conservação, como o lobo guará, a ave-pavó, a onça parda e o andorinhão de coleira (ave migratória). Também podem ser vistas espécies de macacos, micos, tatus, pacas, capivaras e gatos mouriscos. Levantamentos identificaram mais de 200 espécies de aves, como jacus, siriemas e beija-flores.

Nevoeiro na estrada, na atura de Porto Firme.
Bolsão de ar frio, no município de Porto Firme-MG
Nuvens stratus, ou melhor nevoeiros pela manhã em Port Firme-MG
Centro de Visitantes do Parque do Itacolomi
Fábrica antiga de chá
Alunos visitando a Fábrica de Chá
Monitor Felipe ao centro explicando a utilização do maquinário
Maquinário preservado na fábrica de chá


Turma de Biogeografia - 2014 do curso de Geografia da UFV, no Parque Estadual do Itacolomi-MG
Casa Bandeirista
Visão da Entrada da casa do bandeirista, no Parque de Itacolomi-MG
Piso original da casa do bandeirista

Trilha em mata semi-decidual


Monitor Felipe ao longo da trilha
Acadêmicos observando explicação em trilha

Forno de olaria para fazer tijolos


Pico do Itacolomi


quarta-feira, 11 de junho de 2014

A Revista Brasileira de Climatologia - RBClima n. 13 está foi lançada e está no ar.

A Revista Brasileira de Climatologia (RBClima) é uma publicação semestral da Associação  Brasileira de Climatologia (ABClima) que visa, principalmente, a divulgação da produção  científica dos profissionais e estudantes envolvidos com o conhecimento da climatologia no Brasil e do mundo.  Consolidada como um dos principais veículos de disseminação da produção cientifica e técnica atinente ao campo da Climatologia, a RBClima apresenta trabalhos que integram as mais diferentes escalas de abordagem referentes as relações do clima e atividades humanas. A RBClima completa neste ano de 2014 10 anos de continua publicação de textos atinentes aos mais diferenciados campos de interesse da climatologia, tanto de ordem téorica e metodológica quanto uma considerável profusão de estudos de caso, nas escalas nacional e internacional. Nos doze números já publicados da revista, cujo início se deu em 2005, encontra-se registrada parte considerável do perfil da climatologia, sobretudo brasileira, dado que a participação internacional teve inicio recentemente. Assim, o presente volume apresenta em seu escopo vinte artigos que tratam de temas envolvendo desde as escalas espaciais microclimáticas, urbanas e regionais até análises temporais horárias, diárias, anuais e decadais. As relações clima-saúde também estão evidentes em algumas contribuições, assim como estudos envolvendo agricultura e estatística para uma série de elementos meteorológicos (chuva, temperatura, radiação ultravioleta e química atmosférica). Não menos importante, este número também traz textos relativos a aplicação da climatologia no ensino por meio das geotecnologias, fundamental na formação dos futuros profissionais e licenciados.

Texto dos editores: Wilson Flavio Feltrim Roseghini  e Francisco Mendonça


Artigos
IDENTIFICAÇÃO DE INTERPOLADORES ADEQUADOS A DADOS DE CHUVA A PARTIR DE PARÂMETROS ESTATÍSTICOSPDF
Taíza Pinho Barroso Lucas, Denis Plec, Magda Luzimar Abreu, Maria Giovanna Parizzi
ARTIFICIAL NEURAL NETWORKS: AN APPLICATION IN THE STUDY OF AIR QUALITYPDF
Amaury de Souza, Hamilton Germano Pavão, Ana Paula Garcia Oliveira
CLIMATOLOGIA: ENSINO E EMPREGO DE GEOTECNOLOGIASPDF
Edson Soares Fialho
DINÂMICA BIOCLIMÁTICA DA MOSCA NEGRA DOS CITRUS NO BRASILPDF
Bergson Cavalcanti Moraes, Juarez Ventura Oliveira, Douglas Batista da Silva Ferreira, Everaldo Barreiros Souza, Wilson Jose Maia
RADIAÇÃO ULTRAVIOLETA/ ÍNDICE ULTRAVIOLETA E CÂNCER DE PELE NO BRASIL: CONDIÇÕES AMBIENTAIS E VULNERABILIDADES SOCIAISPDF
Marcia Maria Fernandes de Oliveira
CICLO HORÁRIO DA PRECIPITAÇÃO NO LESTE DA AMAZÔNIA DURANTE O PERÍODO CHUVOSOPDF
Douglas Batista da Silva Ferreira, Everaldo Barreiros de Souza, Bergson Cavalcanti de Moraes
ESPACIALIZAÇÃO DAS DESCARGAS ELÉTRICAS ATMOSFÉRICAS NO ESTADO DE SÃO PAULO PARA OS ANOS DE 2005-2006, E SUAS CONSEQUÊNCIASPDF
Rodrigo Pucci da Conceição, Iára Regina Nocentini André, Thiago Salomão de Azevedo
ANÁLISE DE CHUVAS OROGRÁFICAS NO CENTRO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SULPDF
Francisco Forgiarini, Daniel Vendruscolo, Elias Rizzi
ESTUDO DA PRECIPITAÇÃO NO ESTADO DE MINAS GERAIS-MGPDF
Esmeraldo David da Silva
TENDÊNCIAS NOS ÍNDICES CLIMÁTICOS E AGROCLIMÁTICOS APLICADOS À VIDEIRA NO PLANALTO SERRANO DE SANTA CATARINAPDF
Álvaro José Back, Emilio Della Bruna, João Felipetto
TENDÊNCIAS CLIMÁTICAS E A INCIDÊNCIA DA DENGUE EM CIDADES DO SUL DO BRASIL: ESTUDO DE CASO DE LONDRINA, MARINGÁ (PR) E FLORIANÓPOLIS (SC).PDF
Deise Fabiana Ely
TENDÊNCIAS E RUPTURAS CLIMATO-HIDROLÓGICAS NO SITIO RAMSAR PARNA PANTANAL (MT, BRASIL)PDF
Heloisa de Camargo Tozato, Vincent Dubreuil, Neli Aparecida de Mello-Théry
AVALIAÇÃO DAS CONDIÇÕES BIOCLIMÁTICAS DA REGIÃO COSTEIRA DO NORDESTE BRASILEIRO: O MUNICÍPIO DE FORTALEZA, CEPDF
Kety Vasconcelos Petalas
ASPECTOS EPIDEMIOLÓGICOS E INFLUÊNCIA DE VARIÁVEIS CLIMÁTICAS NOS CASOS NOTIFICADOS DE MENINGITE EM CRIANÇAS NO MUNICIPIO DE PONTA GROSSA – PR, 2002-2011PDF
Ketleyn Pobb, Maysa Lima Leite, Jorim Sousa Virgens Filho, Caroliny Stocco, Bruna Luisa Dal Gobbo
ANÁLISE DOS HOMICÍDIOS OCORRIDOS EM JUIZ DE FORA ENTRE OS ANOS DE 1980 A 2012 E SUA RELAÇÃO COM AS CONDIÇÕES CLIMÁTICASPDF
Monique Cristine Britto
ANÁLISE DA TEMPERATURA E DA UMIDADE RELATIVA DO AR NA PRIMAVERA-VERÃO EM ARAÇATUBA/SPPDF
Cíntia Minaki, Margarete Cristiane de Costa Trindade Amorim
DISTRIBUIÇÃO TEMPORAL E PROBABILIDADE DE OCORRÊNCIA DE CHUVA NO MUNICÍPIO DE JUÍNA (MT)PDF
Alan Carlos Batistão, André Lavezo, Marcos José Gomes Pessoa, Rivanildo Dallacort, Marco Antônio Camillo de Carvalho
INDICE DE CHUVA DIRIGIDA PARA A REGIÃO DE URUSSANGA, SCPDF
Álvaro José Back, Graziela Herdt
VARIABILIDADE NO REGIME PLUVIAL DO MUNICÍPIO DE ABELARDO LUZ (SC) NO PERÍODO DE 1958 A 2008: INTERAÇÕES ENTRE MECANISMOS DE TELECONEXÃO DECADAL E INTERANUALPDF
Elaiz Mensch Buffon, Andrey Luis Binda

UMA ANÁLISE DOS CONTRASTES TOPOCLIMÁTICOS NO ESPAÇO URBANO E PERIURBANO DE ARACAJU/SE: OS CAMPOS TÉRMICOS E HIGROMÉTRICOSPDF
Max Anjos, Nuno Ganho, Hélio Araújo

terça-feira, 10 de junho de 2014

Salvem os mares

Por Sara A. Lourie (*)

Os ecossistemas marinhos nos fornecem pelo menos US$ 20,9 trilhões em bens e serviços a cada ano. No entanto, tratamos o mar como um esgoto, um lixão e uma fonte inesgotável de peixes. As respostas ecológicas dizem tudo: perda de mais de 90% dos principais predadores, colapso da pesca e uma mudança de águas ricas em vertebrados para mares dominados por águas-vivas, com um crescente número de zonas mortas. Segundo estudo publicado na revista Science, quase todo quilômetro quadrado dos oceanos está sob ameaça.

É preciso fazer mais para proteger o reino marinho. Mas por onde começar? Qual contribuição a biogeografia marinha pode dar? Quatro das abordagens mais comuns para o planejamento sistemático de conservação – hotspots, representação, ecorregiões e áreas-chave – foram apresentadas em recente conferência da Unesco. Cada uma dessas abordagens reflete um conceito biogeográfico e dados específicos.

Hotspots – A simples abordagem conceitual é priorizar hotspots, as áreas ricas em espécies. Com cerca de 100 mil km2 de recifes de coral (34% do total mundial) e mais de 2 mil espécies de peixes de recife, o Sudeste da Ásia é um desses “pontos quentes”. Estima-se que a área relativamente pequena entre Indonésia, Filipinas e Papua-Nova Guiné (o “Triângulo de Coral”) abriga 83% das espécies de coral do mundo e 58% dos peixes de recifes. No entanto, essa riqueza é atribuída principalmente a uma concentração de distribuições sobrepostas de espécies abrangentes, como o peixe Abudefduf bengalensis, em vez de uma abundância de espécies de áreas restritas (endemias), como o Discordipinna griessingeri, um tipo de caboz.


Em termos ecológicos, porém, pode ser que as regiões pobres em espécies, ou coldspots, sejam mais vulneráveis. Por um lado, a baixa diversidade implica uma probabilidade maior de que a extinção de uma ou mais espécies signifique a perda de um ecossistema fundamental. Coldspots também contêm um número desproporcionalmente grande de espécies endêmicas. Já em 2002, cientistas tinham mapeado a distribuição de 3.235 espécies de peixes, corais, lagostas e moluscos e mostrado que, como na terra, as espécies de distribuição restrita no mar estavam concentradas em centros de endemismo.

Embora a abordagem de hotspots seja relativamente simples, atrativa politicamente e transparente em termos de análise, há um risco de que ela possa prejudicar as comunidades de “áreas não hotspot”, que também precisam estar envolvidas no esforço de conservação.

Representação – A segunda abordagem propõe assegurar uma representação adequada e abrangente de cada tipo de hábitat ou zona biogeográfica. Mas elaborar classificações apropriadas do meio ambiente marinho, a fim de avaliar a representação de uma gama de escalas espaciais, não é uma tarefa fácil.

Classificações marinhas são baseadas em vários dados, como a direção, a velocidade e a persistência das correntes; a temperatura e a cobertura de gelo; a geomorfologia; imagens de satélite; sondagens de sonar; registros de fauna, associações bióticas e percentagem de endemismo.

Ecorregiões – Recentemente, tem havido uma mudança para uma “abordagem ecossistêmica” na conservação marinha, com os cientistas indo além de padrões e números para considerar o funcionamento ecológico das áreas. Dessa forma, os ecossistemas associados, tais como recifes de corais, mangues e leitos de algas marinhas, são considerados em conjunto num plano de gestão ecorregional.

Áreas-chave – A abordagem de “áreas-chave” não depende de uma etapa de classificação prévia; ela se concentra em locais específicos onde importantes processos ecológicos acontecem. Por exemplo, áreas-chave incluem locais de reprodução das baleias, praias de nidificação para as tartarugas, corredores de migração ou locais onde há espécies ameaçadas em particular.

Veja o restante da matéria n link: http://www.brasil247.com/pt/247/revista_oasis/141400/Salvar-os-mares-Estamos-acabando-com-eles.htm

quinta-feira, 5 de junho de 2014

I Seminário de Geografias Mineiras: Formação territorial de Minas Gerais

No dia 5 de junho, foi realizado no auditório do Departamento de Economia Rural, o I Seminário de Geografias Mineiras, onde o tema central foi a formação territorial de Minas Gerais. A discussão contou com a presença dos palestrantes Patrício Carneiro (Epcar) ex-aluno do curso de Geografia da UFV e com mestrado e doutorado em Geografia no programa de pós-graduação da UFMG. Além do professor Ângelo Adriano do Departamento de História da UFV. A mesa foi coordenada pelo professor Leonardo Civale (DGE-UFV) e na organização do evento os acadêmicos da disciplina de Geografia de Minas Gerais - GEO 441, que tiveram a oportunidade de dialogar e debater com os palestrantes questões relevantes aos conceitos de região, paisagem e representação. O evento iniciou às 14 horas e foi finalizado por volta das 17:15, o que demonstra o interesse do público pelo tema. Ficamos felizes em noticiar tal evento e torcendo que ocorra outros em um futuro próximo.

Fique agora com algumas imagens do evento.


Professor Patrício Carneiro (EPCAR), Prof. Ângelo Adriano (DHI-UFV) e Leonardo Civale (DGE-UFV)

Professor Patrício Carneiro - Epcar


















Oceano Pacífico aquece mais e segue em território de El Niño

O Oceano Pacífico segue com anomalias de temperatura da superfície do mar (TSM) em patamar de El Niño neste começo de junho. Os últimos dados semanais mostraram que no Pacífico Centro-Leste, na denominada região Niño 3+4, a anomalia de TSM na última semana foi de +0,6ºC, ou seja no território de El Niño que estabelece anomalias de 0,5ºC ou superiores. A tendência é de maior aquecimento nas próximas semanas. As anomalias muito positivas no Pacífico Leste, próximas da América do Sul, hoje de +1,6ºC na região Niño 1+2, têm alto potencial de repercutir no aumento da chuva aqui no Sul do Brasil já no curto e médio prazos, o que deve fazer deste inverno mais chuvoso na região. Veja no mapa como está hoje configurada a “língua” de águas mais quentes que a média típica de El Niño com anomalias maiores perto da América do Sul.



Como temos informado e analisado em boletins detalhados para clientes da MetSul Meteorologia, seguimos com enorme cautela quanto às informações e análises que este potencial evento de El Niño será tão forte quanto o de 1997/1998. Os números de hoje escancaram enormes diferenças para o Super El Niño de 1997. No fim de maio de 1997 a anomalia na região Niño 1+2 era de impressionantes +3,1ºC (hoje é 1,6ºC) e a Niño 3.4 estava em +1,0ºC (atualmente em tão-somente +0,6ºC).


Autor: Professor Eugenio Hackbart Junho, 02-06-2014


Fonte: http://www.metsul.com/blog2012/

quarta-feira, 4 de junho de 2014

XVIII ENGEO e XII ENGESOP/2014 “Ambiente e Sociedade”.

O ENGEO (Encontro de Geografia da Unioeste) já esta em sua décima oitava edição e visa integrar e difundir o conhecimento de geografia, aproximando grupos e áreas de pesquisas distintos e que possuem como alvo de estudo em comum a sociedade, a natureza e a sua interação. O ENGESOP (Encontro de Geografia do Sudoeste do Paraná) é um evento que procura suprir uma lacuna existente na divulgação do conhecimento produzido na geografia na região Sudoeste do Paraná, contribuindo intensamente na formação acadêmica e na extensão das pesquisas efetuadas no Sudoeste Paranaense.
Assim, o ENGEO e ENGESOP/2014, pretende atender um público bastante variado e apresenta temáticas que, além de terem um significado específico para professores, graduandos e pós-graduandos, são atuais e contemporâneas em relação à sociedade brasileira e à comunidade local. Desta feita, o evento justifica-se, digamos, por uma demanda endógena, advinda dos profissionais da Geografia, graduandos e pós-graduandos (mestrandos) e, também, pela importante contribuição que a ciência geográfica oferece para a sociedade, uma vez que engloba, por exemplo, temáticas ambientais, estudos urbanos e agrários e, também, uma série de conhecimentos voltados para a análise da realidade física – estudos de solo, relevo, qualidade das águas, entre outros.

Os trabalhos científicos a serem submetidos no Engeo 2014 deverão ser enviados até o dia 24 de maio de 2014 para o email:engeo.engesop@gmail.com, 
informando no "Assunto" a palavra "TRABALHO - " (seguida do título do artigo)


Formatação dos Trabalhos:

Os resumos expandidos devem ter entre 03 e 05 páginas e devem seguir a seguinte formatação:
- Cada autor pode inscrever no máximo 2 resumos expandidos;
- Título: em letras maiúsculas, em negrito e centralizado, com fonte 12 e espaço 1.5;
- Autores: deixar um espaço (de 1,5) abaixo do título e indicar o nome do autor centralizado, com fonte 11, negrito e abaixo do nome do autor deve constar a instituição e o e-mail em fonte 10, sem negrito;
- Fonte do resumo: Times New Roman, tamanho 12, espaço 1.5 nas entrelinhas e recuo justificado;
- Parágrafo: recuo na primeira linha de 1,25
- Citações: indiretas (até 3 linhas, com aspas duplas e indicação do autor e ano da obra) e as diretas (acima de 3 linhas – devem ter recuo de 4 cm na margem esquerda, espaço simples, fonte 10, além da indicação do autor, ano e página).
- Rodapé: informações sobre a pesquisa; sobre o autor – em fonte 10, com recuo justificado;
- Margens: esquerda com 3 cm e as demais com 2,5 cm;
- Figuras, tabelas, quadros, fotos e mapas: título na parte superior, com fonte 11 e na parte inferior deve constar a indicação da fonte e/ou organizador;
- Referências: devem ser organizadas de acordo com as normas da ABNT.

OBS. O autor principal deverá obrigatoriamente estar inscrito no Evento.

Cronograma

Período de Inscrições - 09/06/2014 à 05/08/2014;
Período de Submissão de trabalhos - 09/06/2014 à 21/07/2014;
Credenciamento - 05/08/2014 (13h às 17h e 19h às 19h30min);
Palestras - 05/08/2014 e 08/008/2014 (19h30min às 23h);
Minicursos - 06/08/2014 (13h às 17h e 19h30min às 23h);
Trabalho de campo - 07/08/2014 (13h às 17h);
Apresentação de Trabalhos – 07/08/2014 (19h30min às 23h);



Programação


segunda-feira, 2 de junho de 2014

Adiado o envio de Trabalho para o XI SBCG


A ORGANIZAÇÃO DO XI SBCG,  INFORMA QUE O PRAZO PARA O ENVIO DE TRABALHOS FOI AMPLIADO PARA O DIA 15 DE JUNHO.

NO FORMATO A SEGUIR:
TÍTULO
AUTOR[1]
COAUTOR[2]

Resumo ou Resumen
Palavras chave:

Abstract
Key words:


1 – Introdução

2 – Discussão

3 – Resultados

4 – Conclusões

5 - Referências Bibliográficas




[1] Informações sobre o autor, nome e instituição. E-mail.
[2] Informações sobre o coautor, nome e instituição. E-mail.