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terça-feira, 11 de junho de 2013
Especial on-line desastres naturais - Terremotos, furacões, tsunamis e outros fenômenos
sexta-feira, 31 de maio de 2013
Climakids: Turma da Mônica ensina Meteorologia para crianças
| Você seleciona a sua cidade e descobre qual é a previsão para o clima dos próximos dias (Imagem: Reprodução CHC) |
Segue abaixo parte da matéria do Net Educação sobre o Climakids;
"É importante a criança estar informada sobre o tempo. Não só para programar seus passeios mas também para entenderem melhor a natureza e de como podemos conviver sem agredi-la. Mas quem está mais feliz com essa parceria é o Cascão. Preciso dizer o porque?", observou Mauricio de Sousa, rindo.
| Clima Kids da turma da Mônica - Imagem: Reprodução Planeta Sustentável |
Assista a entrevista abaixo com o Maurício de Souza e não deixe de acessar a página: www.climakids.com.br
Chuva ou Sol? Revista CHC - Ciência Hoje das Crianças
Planeta Sustentável* - Turma da Mônica ensina Meteorologia para crianças
A previsão do tempo ficou mais divertida com a Turma da Mônica e a Climantempo - Portal da Turma da Mônica
Turma da Mônica ensina sobre previsão do tempo em novo site - Net Educação
Site de previsão do tempo para crianças - Diarinho -Diário do Nordeste
Site da Turma da Mônica ensina previsão do tempo para crianças - Estadão
domingo, 5 de maio de 2013
Unesp lança livros digitais gratuitos
Entre os títulos estão textos sobre história, letras, educação, psicologia, comunicação, música, geografia e urbanismo, teatro, política e ciências sociais, economia, arquitetura, filosofia, matemática e artes. É necessário fazer um cadastro para ter acesso às obras. Acesse as obras referentes a Geografia, listadas a seguir. Vamos aproveitar e fazer circular o conhecimento para ampliarmos o campo de discussão e desenvolvimento e reconstrução dos argumentos e ideias geográficas.
Ferreira, Darlene Ap. de Oliveira; Ferreira, Enéas Rente e Maia, Adriano Corrêa R$ 33,00
http://www.culturaacademica.com.br/_img/arquivos/%7B2D6C6E2C-9C10-4483-920C-E5DE4E2A7991%7D_As%20chuvas_e_massas_de_ar-NOVA%20P4.pdf
terça-feira, 4 de setembro de 2012
Mudanças Climáticas
sábado, 11 de agosto de 2012
Entrevista como Prof. Hugo Romero.
domingo, 29 de abril de 2012
Clima e Sítio
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| Localização da área de estudo. |
Após a coleta dos dados em campo e a aferição dos mesmos, são confeccionados transetos utilizando-se do software Surfer for Windows® v. 10, para melhor representar o comportamento das variáveis climáticas ao longo dos horários de mensuração, bem como as alterações existentes ao longo do perfil Ponte Nova - Ubá. Abaixo encontra-se um exemplo dos transetos que são elaborados (Figura 2).
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| Transeto de Variação de Temperatura do ar ao longo do perfil Ubá-Ponte Nova, na Zona da Mata Mineira |
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS.
AB’SÁBER, A. N. Os Domínios De Natureza No Brasil: Potencialidades Paisagísticas. São Paulo: Ateliê Editora, 2003.
ALVES, R. S.; SOUZA, P. O.; FIALHO, E. S. A influência do sítio urbano no comportamento dos atributos climáticos de cinco cidades da zona da mata mineira norte: uma análise comparativa. In: SIMPÓSIO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA FÍSICA APLICADA. 14, 2011. Dourados, MS, Anais..., Dourados, MS, 2011, cd-rom.
ANDRADE, M. C. Aspectos Geográficos da Região de Ubá. Anais da Associação dos Geógrafos Brasileiros, São Paulo, Avulso n. 1, 1961.
FIALHO, E. S.; ALVES, R. S.; LOPES, D. I. Clima e sítio na Zona da Mata Mineira: uma análise em episódios de verão. Revista Brasileira de Climatologia, ano 7, v. 8, p. 118-136, jan./jul. 2011.
FRITZSONS, E.; MANTOVANI, L. E.; AGUIAR, A. V. Relação entre altitude e temperatura: Uma contribuição ao zoneamento climático no estado do Paraná. Revista de Estudos Ambientais, Blumenau, v. 10, n. 1, p. 49-64, 2008. Disponível em: http://proxy.furb.br/ojs/index.php/rea/article/view/902/681. Acesso em 21 Dez. 2011.
Texto produzido por: ALVES, Rafael de Souza. Graduando em Geografia pela Universidade Federal de Viçosa. Bolsista PIBIC/CNPq. Membro do Laboratório de Biogeografia e Climatologia – Bioclima UFV. E-mail rafael.s.alves@ufv.br.
quarta-feira, 25 de abril de 2012
O CONCEITO DE BIOMA E IMPLICAÇÕES BIOGEOGRÁFICAS DECORRENTES DAS QUEIMADAS
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
Conversando sobre Climatologia com Eberval Marchioro (UFES)
O estado do Espírito Santo possui uma diversidade climática decorrentes da orografia (altitude, forma e orientação das encostas), da maritimidade/continentalidade entre outros, assim como da dinâmica atmosférica. Assim, de maneira geral, no centrosul do Espírito Santo, onde encontra-se a presença da Serra da Mantiqueira próxima ao litoral, na porção a barlavento, são registrados os maiores totais mensais e anuais acumulados de precipitação em relação ao norte e noroeste do referido Estado. Em termos térmicos, a orografia ocasiona menores temperaturas na região denominada de Serrana, em relação ao restante do Estado. Já na região norte do Estado do Espírito Santo, onde a orografia está mais afastada do litoral, a latitude associada à continentalidade ocasiona temperatura mais elevadas ao longo de todo o ano, que associada aos menores valores pluviométricos propicia baixa disponibilidade hídrica, criando uma região de deficiência hídrica.
No mapa abaixo pode ser visto os Domínios Climáticos do estado do Espírito Santo, de acordo com o instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.
BIOCLIMA: Os eventos pluviais intensos que freqüentemente assolam os estados do centro-sul do Brasil, provocando muitos danos nas áreas urbanas. Porém, pouco se registra no noticiário nacional os problemas que o Estado do Espírito Santo associado as chuvas. Nesse sentido, pode-se dizer que o Estado do Espírito Santo está mais bem preparado para atuar frente aos eventos pluviais intensos?
Não acredito. Apesar de não participar diretamente desse contexto de prevenção de desastres naturais associado a defesa civil estadual e municipais, observei ao longo dos últimos anos uma tendência da implementação desses órgãos visando minimizar desastres naturais. Em alguns municípios capixabas a defesa civil ainda encontra-se em fase prematura de desenvolvimentos de trabalhos e/ou incipiente em ações preditivas. Diante disto, por estar localizado em uma região de transição, onde coadunam características físicas do relevo e a intensificação da ação antrópica, verifica-se o aumento da ocorrência de inundações e movimentos de massa de média a baixa magnitude, quando comparado, por exemplo, ao Rio de Janeiro e São Paulo.
Visando contribuir com a minimização dos desastres naturais no Espírito Santo, no Departamento de Geografia da UFES, foi criado do Centro de Prevenção de Desastres Naturais do Espírito Santo (CEPEDES), que por meio de mapeamentos e modelagem hidrossedimentológica, tem o intuito de minimizar os efeitos dos desastres naturais, contribuindo para a gestão e planejamento ambiental dos municípios capixabas.
BIOCLIMA: De acordo com o seu estudo desenvolvido para o noroeste fluminense, que procurou analisar a aplicabilidade do código florestal brasileiro como o subsídio ao planejamento ambiental. Pode-se que a possível aprovação da nova proposta do código florestal, que se encontra no Senado brasileiro irá acarretar quais prejuízos ao planejamento ambiental?
Inicialmente, no estudo no noroeste fluminense, levando-se em consideração o uso e ocupação da terra atual, foi verificado que as áreas com maior declividade associada a outras características físicas e do solo da bacia do córrego Santa Maria, mostraram-se mais susceptíveis a erosão dos solos, aumentando a contribuição de sedimentos para o canal fluvial. Com a simulação de um cenário ambiental por meio da modelagem matemática levando em consideração as áreas de APP estabelecida no artigo 2º pelo Código Florestal Brasileiro (CFB) em vigência, verificou-se uma redução nas áreas fontes de produção de sedimentos, bem como das áreas disponíveis para a agropecuária nos locais de maiores declividades e próximas ao canal fluvial mais dissecado. Considerando tais resultados, é possível afirmar que do ponto de vista da erosão dos solos nas encostas, com a entrada em vigência da nova proposta do Código florestal, ocorrerá um aumento das áreas fontes produção de sedimentos nas encostas, uma vez que serão utilizadas para agropecuária, na maioria das vezes sem práticas de manejo e conservação agrícola, contribuindo para o aumento de material particulado que atinge o canal fluvial.
Outra característica desta nova proposta será o aumento da disponibilização de áreas para diferentes finalidades, tais como a residencial, corroborando para uma maior susceptibilidade a erosão de solos, inundações e movimentos de massa, exigindo medidas que podem gerar custos maiores aos cofres públicos. Para tentar elaborar qualquer alteração no CFB em vigência, faz-se necessário um estudos que envolva os diversos seguimentos da sociedade civil e das universidades, institutos etc.. capaz de estabelecer critérios para estimar uma área mínima de APP (podendo ser por regiões geográficas que considerem as características do uso e ocupação da terra, do relevo etc..) que não potencialize os desastres naturais.
BIOCLIMA: O processo erosivo muitas vezes se encontra associado a dinâmica das chuvas, porém, em algumas regiões o desenvolvimento desses processos erosivos desencadeia a formação de voçorocas imensas. Neste caso a questão das chuvas seria ainda um fator de maior relevância, como por exemplo, em Gouvia-MG?
Apesar de estar algum tempo afastado das pesquisas desenvolvidas no Município de Gouveia em Minas Gerais, no meio tropical quente e úmido, o principal agente desnudador do relevo terrestre é a ação das águas pluviais em áreas com atividade tectônica sem relevancia, tal como Gouveia. No caso de Gouveia, outros elementos da paisagem como o piping (feição subsuperficial), as mudanças no uso e ocupação da terra, características físicas do solo e das encostas, contribuem para intensificação da ação pluvial para a desnudação do relevo ao longo do tempo, bem como para a formação de voçorocas.
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
Reflexões acerca do texto : Variações da Temperatura do ar e o papel das áreas verdes nos estudos de clima urbano
Para isso o autor inicia seu trabalho com as seguintes palavras: “Um bom livro ou filme nem sempre é aquele que traz respostas às questões abordadas, mas aqueles que trazem questionamentos que levam as pessoas a pensar sobre determinados assuntos” (JARDIM, 2010, p. 9).
Muitos dos trabalhos de clima urbano consistem em identificar ilhas de calor nas cidades tomadas como objeto de estudo e verificar o quanto elas são mais quentes que o entorno imediato, como se apenas isso fosse o suficiente para afirmar a existência, ou não, do clima urbano. Como salienta Assis (2005) refletindo sobre os trabalhos de clima urbano e sua aplicabilidade, principalmente na área do planejamento urbano:
"Embora se reconheça atualmente a importância da climatologia urbana para o planejamento e a preservação da qualidade ambiental do meio urbano, sua aplicação às atividades de planejamento e projetos das cidades ainda é muito limitada, em parte devido à uma abordagem fragmentada e desintegrada entre os diversos campos do conhecimento envolvidos, em parte devido ao fato de que a grande maioria dos trabalhos nessa área, tanto no Brasil quanto no exterior, são descritivos e, portanto, seus resultados ficam restritos ao caso em estudo (ASSIS, 2005, p. 93).
Não pretendo aqui menosprezar os variados esforços desempenhados pelos companheiros que se aventuraram (e se aventuram) em “adentrar a cidade para tomar-lhe a temperatura”, como diz Carlos Augusto de Figueiredo Monteiro logo no título de seu texto (MONTEIRO, 1990). Até mesmo porque sabemos das dificuldades em desenvolver pesquisas desse caráter e também da relevância das mesmas na compreensão da configuração climática das cidades. Busco aqui realizar provocações sobre questões de interesse da climatologia urbana e áreas afins, tal como Jardim (2010) realizou em seu trabalho, levando-nos à reflexão.
Para Jardim (2010) uma questão ainda não satisfatória nos trabalhos de clima urbano é o próprio conceito de “clima urbano”. Conforme Monteiro, citado por Jardim (2010), o clima urbano é [...] “um sistema que abrange o clima de um dado espaço terrestre e sua urbanização”. Já Barbirato et al. (2000), apoiando-se em Oke, dizem que: “ O clima urbano é uma modificação substancial de um clima local resultado das condições particulares do meio urbano, seja pela sua rugosidade, ocupação do solo, orientação, permeabilidade ou propriedades dos matérias constituintes, entre outros fatores (Oke, 1996)”.
Com base nessas definições e em inúmeras outras que poderiam ser aqui apresentadas, somos levados às seguintes indagações: Qualquer núcleo urbano que se diferencie climaticamente das áreas adjacentes possui um clima urbano? Uma pequena cidade localizada no fundo de um vale pode apresentar temperaturas diferentes de seu entorno, teria ela um clima urbano? O que estaria provocando essa diferença de temperatura, a urbanização ainda não consolidada ou a dinâmica de circulação do ar desencadeada pelo vale? Uma vez que nem sempre é possível eliminar o efeito da altitude para compreensão do campo térmico das cidades, principalmente em áreas de relevo fortemente dissecado, como mostrou Fialho (2009) em sua tese de doutorado sobre a cidade de Viçosa-MG.
Esse mesmo exercício de reflexão pode ser feito para o conceito de ilha de calor, uma vez que não se tem definido ao certo a partir de quantos graus de diferença de temperatura de uma área para outra é válida a utilização de tal conceito. Dessa forma, uma área que se diferencie em 1 °C de temperatura a mais que seu entorno poderia ser identificada como ilha de calor? A respeito das ilhas de calor e das diferenças de temperatura entre o campo e a cidade, Jardim levanta os seguintes questionamentos:
[...] "uma vez detectadas essas 'diferenças', o que há de se fazer? Estudar o clima urbano para compreender o clima urbano? Talvez fosse mais sensato estudar o clima urbano com a finalidade de compreender a sua influência na organização espacial de certos fenômenos, mesmo que for para chegar à conclusão de que o problema, quando existe, nem é tão relevante assim". (JARDIM, 2010, p. 18).
Muitas das vezes a ilha de calor é “vendida” como algo negativo, insalubre e até mesmo como a prova da existência do clima urbano. Seria mesmo a ilha de calor um fato negativo em todas as ocasiões e em todas as cidades do Brasil, dada a sua extensão latitudinal que propicia a existência de diferentes regiões climáticas?
Segundo Jardim (2010) a capacidade das cidades em modificar o clima é limitada, restringindo-se a determinados níveis escalares. Por isso, somente identificar a ilha de calor não é o suficiente para constatar se há de fato um clima urbano, é preciso também monitorar sua magnitude e escala de abrangência, assim como buscar verificar se a cidade exerce controle, ou influência significativa, sobre os elementos do clima.
A criação de áreas verdes no interior das cidades, independente da existência ou não de um clima urbano, é recomendada por diversos pesquisadores do assunto. Alguns dos benefícios das áreas verdes destacados no texto de Jardim (2010) são: (1) “Melhorar o clima, diminuir a poluição do ar, economizar energia”. (2) “Contribuir para a saúde física e mental e influir positivamente, por exemplo, na recuperação de pacientes pós-operatórios”. (3) “Redução da emissão de dióxidos de carbono”. (4) Propiciar a permanência de um maior número de organismos na cidade, por servir de refúgio e fonte de alimento para a fauna. (5) “Maior infiltração da água no solo e manutenção dos níveis do lençol freático”. (6) “Contenção de encostas”. (7) Formação de solo e etc.
Segundo Gomes e Soares citados no trabalho de Rocha e Fialho (2010), a vegetação nas áreas urbanas também agem no sentido de reduzir os níveis de ruídos, uma vez que servem de amortecedor aos barulhos emitidos por diferentes fontes, principalmente os automóveis. No entanto, não é somente a criação de parques, jardins e canteiros centrais com árvores que vão minimizar a degradação ambiental existente nas cidades - incluindo aquelas de pequeno e médio porte, que segundo Mendonça (2003), já contam com problemas ambientais preocupantes. Afinal, a ação benéfica das áreas verdes no interior da mancha urbana também se restringe a determinados níveis escalares.
Assim, as áreas verdes não podem ser tomadas como sendo a solução para muitos dos efeitos prejudiciais à saúde desencadeados no interior das cidades, sobretudo nas grandes metrópoles. Pois bem como afirma Jardim (2010, p. 23) [...] “não é a arborização de praças e ruas e a inclusão de detalhes nos edifícios que impedirão a invasão de uma massa de ar quente e seca ou o impacto pluvial concentrado. A cidade deveria ser pensada de forma a se integrar ao ambiente e não ao contrário”.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
ASSIS, E. S. A abordagem do clima urbano e aplicações no planejamento da cidade: reflexões sobre uma trajetória. ENCAC – ELACAC 2005, Maceió, Alagoas, Brasil – 5 a 7 de outubro de 2005, p. 92 – 101.
FIALHO, E. S. Ilha de calor em cidade de pequeno porte: Caso de Viçosa, na Zona da Mata Mineira.. 248f. Tese (Doutorado em Geografia) – Faculdade de Filosofia, Letras, Ciências e Artes, Programa de Pós-graduação em Geografia Física da Universidade de São Paulo. São Paulo, 2009.
JARDIM, C. H. Variações da temperatura do ar e o papel das áreas verdes nas pesquisas de climatologia urbana. Revista de Ciências Humanas, Viçosa, v. 10, n. 1, p. 9 – 25, jan./jun. 2010.
MENDONÇA, F. Clima e Planejamento Urbano em Londrina: proposição metodológica e de intervenção urbana a partir do estudo do campo termo-higrométrico. In: MONTEIRO, C. A. F.; MENDONÇA, F. (orgs). Clima Urbano. São Paulo: Contexto, 2003. p. 93-120.
MONTEIRO, C. A. F. Adentrar a cidade para tomar-lhe a temperatura. Geosul, ano V, n. 9, primeiro semestre de 1990.
ROCHA, V. M.; FIALHO, E. S. Uso da Terra e suas Implicações na Variação Termo-Higrométrico ao longo de um Transeto Campo-Cidade no Município de Viçosa-MG. Revista de Ciências Humanas, Viçosa, MG, v. 10, n. 1, p. 64-77, jan./jun. 2010.
SEZERINO, M. L.; MONTEIRO, C. A. F. O campo térmico na cidade de Florianópolis: primeiros experimentos. Geosul, ano V, n. 9, primeiro semestre de 1990.
Texto produzido por Rafael de Souza ALVES. Graduando em Geografia pela Universidade Federal de Viçosa. Bolsista de Iniciação Científica PIBIC/CNPq 2010-2012. Membro do Laboratório de Biogeografia e Climatologia (BIOCLIMA – UFV). Contato: rafael.s.alves@ufv.br



