As mudanças climáticas poderão provocar o desaparecimento de três quartos das geleiras alpinas até 2100 e, mais grave ainda, o degelo de parte da Antártida no ano 3000, o que provocará uma elevação de 4 metros no nível do mar, segundo estudos publicados no domingo (9). As duas pesquisas, divulgadas na revista científica "Nature Geoscience", levam em conta dois dos aspectos menos conhecidos das mudanças climáticas: seu efeito nas geleiras e seu impacto no longo prazo.O primeiro estudo mostra que as geleiras de montanha perderão entre 15% e 27% de seu volume em 2100. Isto "pode ter efeitos substanciais para a hidrologia regional e a disponibilidade de água", advertiu o estudo.ertas regiões serão mais afetadas que outras em função da altura de suas geleiras, da composição de seu terreno e da sua localização, mais ou menos sensível ao aquecimento climático. Além disso, a Nova Zelândia poderia perder, em média, 72% (entre 65% e 79%, dependendo da margem de erro) de suas geleiras, e os Alpes, 75% (entre 60% e 90%). No entanto, as geleiras da Groenlândia só diminuirão 8% e os das altas montanhas asiáticas, 10%. Este degelo deve provocar um aumento médio de 12 centímetros no nível do mar até o fim do século, acrescentou o estudo.Estes números, que não levam em conta a dilatação dos oceanos quando se aquecem, correspondem amplamente às estimativas que o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês) da ONU publicou em seu último relatório, de 2007.
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terça-feira, 11 de janeiro de 2011
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
Vazamento de petróleo no Alasca
Fonte: http://economia.estadao.com.br/noticias/not_50280.htm
sábado, 8 de janeiro de 2011
Um balanço das chuvas na primeira semana em MG
De acordo com o CPTEC, nos sete primeiros dias do mês de janeiro, a presença de uma Zona de Convergência de Umidade provocou bastante chuva no Estado de Minas Gerais. Em cidades do sul, centro, zona da mata e triângulo o volume de chuva ultrapassou 150 mm. Entre o dia 06/01 e 07/01 a cidade de Bambuí registrou 143 mm de chuva em 24 horas, o que equivale a um pouco mais de 50% da climatologia de janeiro nesta cidade, conforme pode ser visto na figura a seguir, obtida do sítio do Sistema de Alerta do Rio Doce.

Chuvas em São Paulo
O mais recente balanço da Operação Verão da Defesa Civil do Estado de São Paulo, divulgado na manhã desta sexta-feira (7), contabiliza um total de 10 mortes causadas pelas chuvas em todo o estado desde o dia 1º de dezembro de 2010. A cidade com mais mortes registradas é Jundiaí, onde quatro pessoas de uma mesma família morreram na noite de quarta-feira (5) após o soterramento de uma casa. A primeira morte registrada durante a operação foi em Tatuí, no interior do estado, no dia 11 de dezembro, quando um homem morreu ao ser arrastado por uma enxurrada. Outras duas pessoas morreram na capital paulista, no dia 21 de dezembro; mãe e filho foram soterrados dentro de casa em Mauá, no ABC, na noite de terça-feira (4); e uma mulher foi arrastada pela enxurrada após seu carro cair em um buraco nesta quinta-feira (6) em Limeira, também no interior. O relatório da Defesa Civil também contabiliza 791 pessoas desabrigadas e 6.443 desalojadas no estado. O órgão considera como desabrigadas as pessoas que perderam suas casas - ou seus imóveis foram interditados - e são encaminhadas para abrigos disponibilizados pelo poder público. Já desalojados são aqueles que também foram retirados de suas casas, mas foram instalados nos imóveis de amigos ou parentes. No total, 57 municípios tiveram problemas por causa dos temporais. Vinte e dois deles estão em estado de atenção devido às chuvas: Águas de Lindóia, Americana, Atibaia, Campinas, Campo Limpo Paulista, Hortolândia, Itapira, Itatiba, Jarinu, Jundiaí, Limeira, Lindóia, Pedreira, Rio Claro, Socorro, Sumaré, Valinhos, Várzea Paulista, Cubatão, Guarujá, Santos e São Vicente. As razões para as pancadas de chuva, segundo o CGE (Centro de Gerenciamento de Emergências), é resultado de áreas de instabilidade formadas pelo calor e pela alta umidade relativa do ar, condições típicas do verão.
Segundo a interpretação dos radares de Bauru e Presidente Prudente, realizada pelo IPMET, hoje o Estado de São Paulo, conforme a imagem a seguir, continua a presentando chuvas fortes e isoladas pelo interior.
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
Sítios arqueológicos encontrados no arco rodoviário do Rio de Janeiro

Municípios do noroeste Fluminense decretam Estado de Emergência
Temporal em São João da Boa Vista
Cerca de 40 minutos de chuva forte foram suficientes para deixar, pelo menos, 30 casas completamente inundadas na cidade de São João da Boa Vista, região oeste paulista, na divisa com Minas Gerais. Eram 18 horas de quinta-feira, 6, quando o temporal começou. Menos de uma hora depois, o córrego São João - que corta a cidade e recebe água de outro córrego no bairro São Salvador - já havia transbordado, alagando diversas ruas no centro. Nas ruas Prudente de Moraes e Liberdade, o nível d'água chegou a 1,60 metro. Outros dois bairros bastante castigados pela chuva foram Santa Edwiges e São Nicolau. Apesar dos estragos, segundo os bombeiros, ninguém ficou ferido. Quatro pessoas, entre elas uma mulher grávida e uma cadeirante, foram resgatadas do interior da própria residência. Todo início de ano, com as chuvas de verão, os moradores da cidade sofrem com as enchentes. Neste ano já foram duas. Em muitas casas foram feitas comportas para segurar a água, mas quando o transbordamento do córrego ocorre nesta intensidade, os imóveis acabam inundados. Obras feitas pelo governo do Estado onde o córrego São João deságua no rio Jaguari amenizaram bastante os problemas de inundação na região próxima à estação ferroviária, mas o leito do córrego no percurso até o rio Jaguari não comporta o volume de água que vem da parte mais alta da cidade. À 1h30 desta sexta-feira, 7, a água já havia baixado quase que por completo em praticamente todas as ruas de São João da Boa Vista e chovia muito fraco na cidade.
