quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Como fazer e interpretar um climograma?

Climograma é uma forma de representação gráfica do clima, o qual permite de uma maneira direta e eficaz, comunicar a sazonalidade climática de uma determinada região. É útil também para identificar e comparar as variedades climáticas de diversas regiões do globo terrestre, bem como é utilizada para determinar o clima de uma região, conforme propôs Gaussen.

Como construir um climograma de Gausse

Como interpretar um climograma de gaussen

Veja algumas referencias.

Bagnouls, F., and Henri Gaussen. "Les climats biologiques et leur classification." Annales de géographie. Vol. 66. No. 355. Armand Colin, 1957.

Gaussen, H., and F. Bagnouls. "L'indice xérothermique." Bulletin de l'Association de géographes français 29.222 (1952): 10-16.

Galvão, Marília Veloso. "A Classificação Climática de Gaussen e Bagnouls e sua Aplicação ao Centro Oeste Brasileiro." Revista Geográfica (1962): 17-22

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quarta-feira, 16 de agosto de 2017

IUCU 10 - Nova York - 2018


A Associação Internacional para o Clima Urbano (IAUC) e a Sociedade Meteorológica Americana (AMS) convidam a todos para participar da  Conferência Internacional sobre Clima Urbano (ICUC10) que será realizada em Nova York, Estados Unidos, de 6 a 10 de agosto de 2018.
Essas reuniões são eventos preeminentes para a apresentação de pesquisas sobre o efeito do clima urbano em todas as escalas e estabeleceram referências importantes para o desenvolvimento do campo. Os objetivos desta conferência são proporcionar um fórum internacional onde os climatologistas urbanos do mundo possam discutir os desenvolvimentos modernos na pesquisa e a aplicação do conhecimento climático ao projeto de melhores cidades. 

Mais informações sobre a Conferência entrarão nos próximos meses. Entre em contato com o Comitê Organizador no icuc10@ccny.cuny.eduicuc10@ccny.cuny.edu para obter detalhes.



Nova publicação da Acta Geográfica - v. 11, n. 26 (2017) mai-agost/2017

Artigos

PENSAR A RELAÇÃO DO HOMEM COM O MEIO AMBIENTE: CONTRIBUIÇÕES GEOGRÁFICAS PARA A REGULAMENTAÇÃO PROPOSTA PELO DIREITO AMBIENTAL
Jonas Dias de Souza

MODERNIZAÇÃO E AVANÇO DE FRONTEIRA AGRÍCOLA NO SUDESTE DA AMAZÔNA LEGAL: O CASO DE PORTO NACIONAL - TO
Carlos Eduardo Ribeiro Rocha, Atamis Antonio Foschiera

COMPARTIMENTAÇÃO HIDROGRÁFICA DA BACIA DE DRENAGEM DO RIO BRANCO, ESTADO DE RORAIMA, BRASIL POR MEIO DA BASE HIDROGRÁFICA OTTOCODIFICADA
Carlos Eduardo Freitas Lemos, Maria Ivonice de Souza Vieira, Raimundo Rosa Ferraz

MÉTODO MULTICRETERIAL HIERAQUIZADO PARA LOCAÇÃO DE ATERROS DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS, APLICADO NO ESTUDO DE VIABILIDADE DO MUNICÍPIO DE BENEVIDES – PARÁ
Manoella Cristina Gadelha Vaz, Leonardo Augusto Lobato Bello, Marco Valério de Albuquerqe Vinagre, Tácio Mauro Pereira De Campos, Erico Gaspar Lisboa

POTENCIALIDADE E FRAGILIDADE DA SERRA DA BODOQUENA UM BREVE ENSAIO METODOLÓGICO DE ANÁLISE DA PAISAGEM – MUNICÍPIO DE BODOQUENA – MS – BRASIL
Flávio Alves de Sousa

A gênese urbana e a emancipação política municipal no Brasil: temas distintos que se complementam num estudo sobre o estado de Roraima
Paulo Rogério de Freitas Silva

DETECÇÃO DA VARIABILIDADE DO NÍVEL DO RIO BRANCO (RR) E DO RIO JAMARI (RO) POR SATÉLITES ALTIMÉTRICOS
Rogério Ribeiro Marinho, Vanessa Cunha Silva, Naziano Pantoja Filizola

NOTAS SOBRE AS POLÍTICAS TERRITORIAIS NO BRASIL E A INSTITUCIONALIZAÇÃO DA REGIÃO METROPOLITANA DO VALE DO PARAÍBA E LITORAL NORTE (RMVPLN)
Marco Antonio Henrique, Adriane Aparecida Moreira de Souza, Paulo Romano Reschilian

PERSPECTIVAS A UMA ESPACIALIDADE LIBERATÓRIA: APROPRIAÇÃO SOCIAL DE LUGARES E MOBILIDADE URBANA
Ulysses da Cunha Baggio

Proposta de classificação das unidades de paisagem da região de Monjolos, Minas Gerais
Isabela Fernanda Gomes Oliveira, Mariana Barbosa Timo, Luiz Eduardo Panisset Travassos, Patrícia Rodrigues Costa de Sá
146-15

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Aula de campo de climatologia (GEO 120) na Estação meteorológica da UFV.

O clima influencia diretamente na maioria das atividades humanas, se configurando como parte do cotidiano. Apesar disso, as temáticas relacionadas são incompreendidas para a maioria da população, o que possibilita a existência de “mitos”, como por exemplo, a formação do orvalho, no qual a maioria das pessoas acredita que seja um tipo de precipitação, mas, na verdade, é efeito da condensação da água nas superfícies mais frias que o ar. Assim, considera-se que o ensino da Climatologia seja de grande importância nas escolas, sejam elas de ensino fundamental, médio ou mesmo em cursos superiores.
A partir disso, a turma de GEO 120 - climatologia geográfica no dia 14 de agosto de 2017 realizou uma visita técnica a estação meteorológica de Viçosa, sob a tutela do monitor Vinicius Diogo.



Trabalho do Bioclima no XII SBCG-Goiânia - 2016




A RELAÇÃO ENTRE OS ASPECTOS GEOECOLÓGICOS E ANTRÓPICOS PARAA CONFORMAÇÃO DO CLIMA URBANO DE VIÇOSA-MG EM SITUAÇÃOSINÓTICA DE ESTABILIDADE EM 2015

COMPORTAMENTO DA TEMPERATURA EM UMA CIDADE DE PEQUENOPORTE: UM ESTUDO DE CASO EM CAJURI-MG.

DINÂMICAS TÉRMICAS DA CIDADE DE VIÇOSA-MG, DURANTE O VERÃO EINVERNO NO ANO DE 2014

ANÁLISE COMPARATIVA DA TEMPERATURA DO AR AO LONGO DEMUNICÍPIOS DA ZONA DA MATA-MG/BRASIL: FEVEREIRO DE 2014 XFEVEREIRO DE 2015

PERCEPÇÃO DE RISCO POR INUNDAÇÕES: UM ESTUDO DE CASO DOMUNICÍPIO DE PORTO FIRME-MG.



Imagens do Bioclima no XII SBCG





sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Trabalhos do Bioclima publicados no II SIMGEO-2016.

Bom dia, Galera...
Este post tem o objetivo de divulgar as publicações recentes do Bioclima, no II SIMGEO, realizado na cidade de Juiz de Fora.
E aproveito para convidar a comunidade geográfica para retornar novamente a Juiz de Fora no segundo semestre de 2018, quando irá ocorrer o 13 simpósio Brasileiro de Climatologia Geográfica.



TRABALHOS DO BIOCLIMA NOS ANAIS DO II SIMPÓSIO MINEIRO DE GEOGRAFIA E IV SEMINÁRIO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM GEOGRAFIA – 2016 


VARIAÇÃO DA TEMPERATURA DO AR ENTRE O RURAL E O URBANO, NO MUNICÍPIO DE VIÇOSA-MG


OS ASPECTOS CLIMÁTICOS PROPíCIOS PARA A PROLIFERAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO MOSQUITO AEDES AEGYPTI NO MUNICÍPIO DO RIO DE JANEIRO

VARIAÇÃO TÉRMICA DIUTURNA EM SITUAÇÃO DE VALE URBANO: UM ESTUDO DE CASO NA ÁREA CENTRAL DE VIÇOSA-MG.




quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Estratégias de amenização do calor urbano


As áreas urbanas tendem a ser mais quente do que as rurais. E caso não se contemple as áreas da cidade de medidas de adaptação, as temperaturas continuaram aumentando, e no caso de algumas cidades, as susceptibilidades referente a saúde pública causará um maior desconforto térmico e consumo de energia.

Estudos de simulação de mitigação de calor urbano variam em termos escala espacial e temporal. Como resultado, a gama de magnitude do arrefecimento simulado induzida por estratégias de atenuação de calor urbano varia amplamente.

Para ler mais sobre o assunto, acesso o jornal de comunicação da Associação internacional de climatologia.