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quinta-feira, 28 de abril de 2016

O que exatamente é desertificação?

Fonte: www.dw.com


A Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação (UNCCD) define o termo como "degradação do solo em regiões áridas, semiáridas e subúmidas secas, como resultado de diversos fatores, incluindo variações climáticas e atividades humanas". Ou seja, trata-se do processo de transformação de áreas secas em desertos. Considerando que mais de um quarto da população mundial vive em regiões secas, a desertificação tem um impacto significativo não apenas sobre a biodiversidade e sobre o clima, mas também sobre a estabilidade socioeconômica.
O que causa a desertificação?
Apesar de desertos sempre terem aumentado ou diminuído com o tempo devido a fenômenos naturais como mudanças graduais no clima, a ação humana teve grande influência na dramática desertificação verificada hoje em muitas partes do mundo. Por exemplo, quando pessoas que vivem em áreas secas, às margens de desertos, esgotam a limitada vegetação para alimentar o gado e o fogo, elas interferem no delicado ecossistema local. Como consequência, áreas secas podem se tornar desertos. Mas essa definitivamente não é a única razão para a desertificação de muitos locais mundo afora. As mudanças climáticas alteraram os padrões climáticos e trouxeram consigo mais períodos de seca, que facilitam a propagação da aridez.
Quem é afetado pela desertificação?
A desertificação é um fenômeno que ocorre em todos os continentes, com exceção da Antártica. Os países em desenvolvimento abrigam 72% de todas as áreas secas do mundo, o que significa que 90% dos afetados vivem em regiões pobres. Nos países atingidos, as comunidades mais pobres estão entre os que mais sofrem, o que faz da desertificação um grande obstáculo ao desenvolvimento e à luta contra a pobreza extrema. A desertificação também pode afetar pessoas que vivem distantes de áreas secas ou desertos. Grandes nuvens de poeira, por exemplo, estão se tornando cada vez mais comuns. As que se originam na Mongólia – candidata à rápida desertificação – são conhecidas por chegarem até os EUA. Esse fenômeno pode ser fatal para quem tem problemas respiratórios e causar danos incalculáveis em locais distantes.
A desertificação é um fenômeno novo?
Os seres humanos vêm interferindo no meio ambiente há milhares de anos, e há indícios de que a desertificação causada pelo homem pode não ser um fenômeno totalmente novo. Pesquisas históricas sugerem que a má gestão de recursos naturais pode ter impactado significativamente civilizações antigas, como a romana e a grega, ao secar terras que antes floresciam. Mesmo que isso seja verdade – e há controvérsia –, os efeitos provavelmente não foram tão generalizados como são hoje.
O que pode ser feito para combater a desertificação?
Dizem que prevenir é melhor que remediar. O provérbio se aplica à desertificação. Prevenir também sai mais barato. Um passo importante é limitar a chance de erosão ao assegurar que a vegetação não desapareça. Uma forma de atingir tal objetivo é alternar o uso da terra entre cultivo e pastagem, ao invés de restringir a um ou outro. Se feito da maneira correta, isso alivia o solo e mantém o ciclo natural de nutrientes. Também é importante gerir os recursos de terra e água juntos, para evitar a erosão e a salinização.

quarta-feira, 27 de abril de 2016

Construções à beira-mar são insustentáveis, alertam especialistas em novo livro sobre aquecimento global

Fonte: g1.globo.com

o que deu errado na ciclovia do Rio de Janeiro


Eu ainda estava lendo as primeiras 200 páginas do livro “A Espiral da Morte – Como a Humanidade alterou a Máquina do Clima”, de Claudio Angelo (Ed. Companhia das Letras) quando a ciclovia de São Conrado não resistiu à sua primeira ressaca e desabou. Ontem (24), quando terminei de lê-lo, fui assaltada por um forte sentimento de que alguém não está fazendo o dever de casa direito na hora de escolher lugares e obras, públicas ou não, na cidade do Rio de Janeiro.  Está lá, na página 346 do livro que contém centenas de informações obtidas com apuração científica rigorosa, para quem quiser ler:

“Especialistas em gerenciamento costeiro têm proposto que uma faixa de cinquenta metros a duzentos metros de distância da praia seja deixada livre de construções, como medida de segurança”. Isso por causa das evidências de que todo o gelo contido na península Antártica, que corresponde a mísero meio por cento do que existe no continente Antartida, se derretesse, seria capaz de causar uma elevação de meio metro no nível médio do mar no planeta. E há motivos para se acreditar que isso pode acontecer.  A península Antártica talvez seja o lugar do planeta que mais esquentou no último século.

Talvez seja um jeito estranho de começar um texto que pretende apresentar para os leitores um livro novo. Mas, enquanto lia, não pude evitar um espanto diante do aparente menosprezo das autoridades municipais aqui do Rio pelo que a ciência – nada menos do que isso – vem alertando. Claudio Angelo, jornalista que há década e meia vem acompanhando com lupa científica o debate em torno das mudanças climáticas, dedicou três anos de sua vida para escrever esse livro. Sim, ele fez o dever de casa direito. No jargão jornalístico diz-se que uma reportagem está “redonda” quando ela está bem embasada, com informações consistentes e quando o repórter fez entrevistas com pessoas que sabem do que estão falando. Pois o livro de Angelo está redondo.

Infelizmente, porém, não são apenas as autoridades municipais do Rio que preferem fechar os olhos aos anúncios de que cada vez mais será preciso se adaptar às mudanças que já estão surgindo. Um dos comentários recorrentes ao dia seguinte da assinatura do Acordo de Paris é que nenhuma atenção foi dada ao discurso da presidente Dilma sobre o tema que, efetivamente, a levara a Nova York. Nem por parte da mídia, nem por parte da opinião pública. A crise política, as tratativas de um partido que quer o poder sem passar por eleições, roubaram a cena.

Mas, vamos ao conteúdo do livro. Angelo vai, literalmente, do Ártico à Antartida, conversando com cientistas e técnicos de diversos segmentos para mostrar que os impactos das atividades humanas já estão sendo sentidos nos dois polos, com ramificações que se espalham pelo mundo e, sim, chegam a nós, brasileiros.

“A espiral descendente do gelo e da neve no Ártico nos últimos anos pode já estar impactando de forma negativa uma coisa que todo brasileiro conhece melhor do que gostaria: o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, o IPCA, nossa principal medida de inflação”, escreve o autor.

A explicação científica para este fenômeno é um pouco mais complicada, mas o resultado pode ficar bem claro até para os leigos. Uma onda de calor fortíssima assolou a Rússia em 2010, e os cientistas apontam uma forte ligação entre esse fenômeno e a mudança nos ventos que acompanha o degelo do Oceano Ártico. Por causa do calor, incêndios devastaram as florestas russas e milhões de hectares de lavouras de trigo foram perdidos, o que elevou o preço da comida no mundo inteiro. No Brasil, o IPCA fechou em 5,9%, puxado pelos alimentos, contra 4,31% no ano anterior.

Outro exemplo: uma seca recorde nos Estados Unidos em 2012, causada por uma redução dramática da cobertura de neve no hemisfério norte,  provocou naquele país uma quebra também inédita de safra, que elevou o preço desses grãos no mundo todo e fez o Brasil assumir a dianteira da produção mundial de soja. Como efeito colateral, o desmatamento na Amazônia disparou na segunda metade de 2012, “crescendo mais de 200% em setembro e levando a taxa anual de 2013 à sua primeira elevação em cinco anos: 28%”.

Entre entrevistas e longos estudos, uma das conclusões que Claudio Ângelo nos leva a tirar é que “o que acontece nos polos impacta diretamente os trópicos e vice-versa”. A metáfora usada pelo cientista norte-americano Wally Broecker é forte:  as surpresas climáticas reveladas pelo gelo polar e outros indicadores causam no homem o mesmo sentimento que ele teria se atravessasse uma autoestrada com uma venda nos olhos.

“Ele não sabe de onde vem a pancada. Vamos ser atingidos, mas não sabemos como... Só descobrimos que há mais e mais coisas que precisamos saber e que não sabemos. Mais e mais coisas que podem acontecer sobre as quais nunca pensamos. Mas não temos escolha. A escolha é um monte de gente passar fome”.

Claudio Angelo, como jornalista, não deixa de rechear as informações que recolheu com dados históricos e recentes. Além de relatos do que vivenciou no tempo de suas pesquisas, que vão deixando os leitores sem querer tirar os olhos das páginas. Um jogo de futebol no oceano glacial, dias de enjoo por conta do design antigelo do navio do Greenpeace, até a revelação de um segredito dos heróis desbravadores dos mares gelados: come-se muito bem a bordo para compensar o frio. A maior de todas as correntes marinhas do mundo na Antártida, e lá estava o jornalista, sendo jogado de um lado para o outro dentro de um navio.

Os registros revelados na rigorosa apuração não deixam o leitor apaziguado. O volume do gelo marinho no verão hoje é cerca de 70% menor do que a média histórica,  e um descongelamento maciço do polo Norte pode acontecer até mesmo antes de 2030, talvez até uma década antes.

“A sociedade precisa começar a se preparar para a realidade da mudança climática no Ártico”, afirmam os cientistas ouvidos por Claudio Angelo.

Ocorre que os países do Ártico já estão se preparando para se beneficiar economicamente desse degelo, integrando o polo Norte à economia global de mercado. Estima-se que o Ártico tenha 30% das reservas não descobertas de gás natural do planeta e 13% das reservas não descobertas de petróleo. Com o degelo, ficará mais fácil explorar essas riquezas. Às favas com um Acordo como o obtido em Paris e com o fato de que a humanidade só pode emitir mais 1 trilhão de toneladas de gás carbônico até o fim do século se quiser ter uma chance de evitar mais dois graus de aquecimento até o fim do século. “Estados Unidos, Canadá, Rússia, Noruega e Groenlândia já iniciaram uma corrida a esse pote de ouro”, escreve o jornalista. E hoje há quase trinta licenças de prospecção e vinte de exploração de óleo e gás ativas na Groenlândia, cuja primeira-ministra Aleqa Hammond afirmou recentemente:

“É errado afirmar que a mudança climática só resultou em coisas ruins. O novo clima pode ser benéfico para os groenlandeses”.

Não importa muito, em nome do desenvolvimento econômico, que os próprios moradores locais possam estar sendo condenados, por exemplo, a terem que mudar sua dieta, já que precisam basicamente de proteínas que vêm do mar, o mesmo mar que será impactado pela exploração dos recursos. Resta aos ambientalistas o papel de apontar esse tremendo paradoxo. E ficar observando, quase impotentes.

“As mesmas pessoas que criaram o problema (do aquecimento), em vez de verem isso como alerta de que nós devemos cortar nossa dependência de combustíveis fósseis, estão anunciando: ‘Vamos esfregar as mãos e começar a pensar em dólares’”, disse a Claudio Angelo Kumi Naidoo, diretor executivo do Greenpeace.

O livro tem 440 páginas de texto, e é claro que não vou conseguir resumi-lo neste espaço. Recomendo muito a leitura. Não dá para fechar os olhos ao fenômeno que, verdadeiramente, está mudando a face da civilização, não só do ponto de vista ambiental, mas também econômico e social. Afinal, registros da OCDE dão conta de que, em 2005, 40 milhões de pessoas já tinham sido expostas aos eventos extremos.

terça-feira, 26 de abril de 2016

Abertura da VII Semana Acadêmica de Geografia da UFV

Nos dias 26 a 29 de Abril, o Centro Acadêmico do curso de geografia realizará a VII SAGEO. O evento intitulado “O saber geográfico no século XXI: Discutindo a Geografia na contemporaneidade” possui uma programação diversificada, com espaços abrangentes voltados a fomentação de discussões inerentes ao saber geográfico articulados a outras áreas do conhecimento.

A estrutura do evento contará com quatro mesas redondas, e diversos minicursos ao longo da semana, pensados para contemplar discussões que se fazem cada vez mais necessárias na atualidade e com intuito de enriquecer os debates que vem sendo realizados dentro da universidade ou fora dela.

A mesa de abertura é intitulada: O Estado Brasileiro: Uma análise do estado político atual , composta pelos Professores Leonardo Civale (DGE-UFV) e o Professor Diogo Tourinho de Sousa (DCS-UFV).















segunda-feira, 25 de abril de 2016

Revista Caderno de Geografia da PUC-MG, v. 26, n. 45, 2016

Sumário
ARTIGOS

As espacialidades islâmicas xiitas: os geossímbolos na construção de uma identidade particular / The Islamic Shiite spatiality: the geosymbols in building a particular identity
Karina Cruz Arroyo                                                                                                            PDF      1-10

O zoneamento morfológico funcional de Pará de Minas – MG, Brasil / Morpho-functional zoning of Pará de Minas – MG, Brazil
Thiago Canettieri, Carolina Ribeiro, Isabela Dalle Varela, Terezinha Queiroz, Ana Márcia Moreira Alvim, Alexandre Magno Alves Diniz                                                                               PDF     11-26

Avaliação quantitativa de sítios de geodiversidade utilizando a técnica de análise de agrupamentos: estudo de caso / Quantitative evaluation of geodiversity sites using the technique of group analysis: case study
Luciana Freitas de Oliveira França, Gorki Mariano                                                          PDF      27-54

Intervenção urbana e uso do solo na Zona Sul do Recife: análise sobre as transformações urbanas dos bairros do Pina e Boa Viagem / Urban intervention and land use in the area south of Recife: analysis of the urban transformations of the (...)
Cleiton Ferreira da Silva                                                                                                    PDF     55-78

Análise espaço-temporal das mudanças no uso e cobertura do solo no município de São Thomé das Letras / Spatio-temporal land use land and cover changes analysis in the São Thomé das Letras municipality
Nayara Lage Silva, Bráulio Magalhães Fonseca                                                             PDF     79-94

Fenômenos geofísicos, captados a partir de sensores orbitais: estimativa de temperatura na superfície de Garanhuns-PE / Geophysical phenomena, obtained from orbital sensors: estimation of temperature on the surface in Garanhuns-PE
Felippe Pessoa de Melo, Rosemeri Melo e Souza, Maria Betânia Moreira Amador      PDF     95-112


As campinas e campinaranas amazônicas / The amazonian campinas and campinaranas
Felipe Silva Guimarães, Guilherme Taitson Bueno                                                        PDF     113-133

Definição e diferenciação dos conceitos de áreas verdes/espaços livres e degradação ambiental/impacto ambiental / Definition and differentiation of concepts green áreas/spaces free and environmental degradation/environmental impact
Felipe Gomes Rubira                                                                                                      PDF      134-150

Geração de Modelo Digital de Elevação utilizando dados do SRTM como subsídio ao planejamento e gestão territorial do município de Lucena(PB)/Generation of Digital Elevation Model using SRTM data as grant to territorial planning and management (...)
Erika Rodrigues Dias                                                                                                     PDF       151-159

Referenciais teóricos para o entendimento das periferias / Theoretical frameworks for the understanding of the peripheries
Leandro da Silva Guimarães                                                                                         PDF       160-171

Métodos de avaliação da influência das áreas ripárias na sustentabilidade hidrológica em bacias hidrográficas no nordeste do estado do Pará / Assessment methods of the influence of riparian areas in hydrologic sustainability (...)
Priscilla Flores Leão Ferreira Tamasauskas, Larisse Fernanda Pereira de Souza, Aline Maria Meiguins de Lima, Márcia Aparecida da Silva Pimentel, Edson José Paulino da Rocha
                                                                                                                                       PDF     172-186

Análise da demanda de vagas na educação superior como principio de formação docente no munícipio de Paço do Lumiar / Analysis of job demand for vancancies in higher education as a principle of teacher training in city of Paço do Lumiar
Walquiria Pereira da Silva Dias, Julio França Dias                                                       PDF     187-200

Política de combate dos efeitos da Seca no Semiárido Potiguar: o caso de Riacho do Sangue em Macaíba(RN), 2002-2010 / Policy to combat to effects of Drought in the Semiárido Potiguar: the case of Riacho do Sangue in Macaíba(RN), 2002-2010
Suzete Câmara da Silva Figueiredo, João Correia Saraiva Júnior, JONILSON DE SOUZA FIGUEIREDO                                                                                                              PDF     201-223

Identificação da variação de energia no fluxo de escoamento através da análise granulométrica de perfis de margens fluviais na bacia hidrográfica do rio Pirabeiraba – SC / Identification of energy change in the stream flow by grain (...)
Daniela Torrisi, Monica Kleina, Bruna Daniela de Araújo Taveira, Fabiano Antonio de Oliveira, Juliana Landolfi de Carvalho, Julio Manoel França da Silva, Karen Moura Bueno
                                                                                                                                     PDF      224-236

O sabor do pinhão e as paisagens de uma região contestada e silenciada / The savor of pinhão and the landscapes of a contested and silenced region
Nilson Cesar Fraga, Heitor Matos Silveira                                                                 PDF      237-254

Áreas malditas: a estigmatização de espaços urbanos / Damn areas: the stigmation of urban spaces
Ciro Vale, Tania Maciel                                                                                               PDF      255-267

O conforto térmico humano na primavera-verão em Santa Maria – RS / The human thermal comfort in the spring-summer in Santa Maria - RS
João Paulo Assis Gobo, Emerson Galvani                                                                 PDF       268-284

Mobilidade pendular e a dispersão espacial da população: evidências com base nos fluxos com destino às principais metrópoles brasileiras / Commuting and spatial dispersion of population: evidence based on the flow to Brazilian major urban centers
Carlos Lobo                                                                                                                 

domingo, 24 de abril de 2016

Biomas do Brasil

Bioma é um conjunto de vida vegetal e animal, constituído pelo agrupamento de tipos de vegetação contíguos e que podem ser identificados a nível regional, com condições de geologia e clima semelhantes e que, historicamente, sofreram os mesmos processos de formação da paisagem, resultando em uma diversidade de flora e fauna própria.


Assista os videos sobre os Biomas brasileiros...


Bioma Pampa gaúcho



Pampa

Caatinga

Mata Atlântica



Pantanal

Amazônia



Flora Marinha

Cerrado

Ambiente Urbanos

sábado, 23 de abril de 2016

Descobrimento ou achamento do Brasil? Uma data para pensar

Depois de algum tempo, ainda escutamos e reproduzimos, que o Brasil foi descoberto? Mas e os habitantes, que aqui estavam residindo, como os indígenas, que também são assim chamados, pois Cabral acreditava ter chegado as Índias.
Veja o vídeo a seguir e faça sua reflexão...



No Chile, enchentes resultam no corte do serviço de água a 4,5 mi de pessoas

Fortes chuvas (dia 17 de abril de 2016) causaram enchentes em Santiago, a capital do Chile, e resultaram no corte do serviço de água de 4,5 milhões de pessoas ao redor da cidade, informaram autoridades chilenas neste domingo. O rio Mapocho inundou vários bairros de Santiago e causaram deslizamentos de terra. Pelo menos uma pessoas morreu e outras sete estão desaparecidas.

Além disso, as autoridades disseram que cerca de 300 foram evacuadas. O serviço de energia foi cortado mais cerca de 80 mil pessoas em Santiago e nas províncias de Valparaiso e O'Higgins. As escolas também serão fechadas.

Funcionário da Prefeitura de Santiago, Claudio Orrego afirmou que o serviço de água foi cortado para pelo menos 4,5 milhões de pessoas devido à contaminação causada pelas enchentes. As autoridades recomendaram que os cidadãos reduzam o consumo de água até que o problema seja resolvido. Fonte: Associated Press.