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sexta-feira, 22 de julho de 2016

Sky View Factor na área central de Viçosa-MG

Mais uma publicação do Bioclima. O artigo aborda a relação entre o SVF e a temperatura do ar na área central de Viçosa. Este trabalho é fruto da iniciação científica de Gabriela Regina Ferreira.
Leiam!!!




segunda-feira, 18 de julho de 2016

X Simpósio Internacional sobre Espaço e Cultura




Segunda Circular (Julho de 2016) O Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre Espaço e Cultura (NEPEC), o Programa de Pós-Graduação em Geografia (PPGEO/UERJ), o Departamento de Geografia Humana do Instituto de Geografia da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (DGH/IGEOG) convidam a comunidade científica para participar do X Simpósio Internacional sobre Espaço e Cultura, a realizar-se no Rio de Janeiro, Brasil entre os dias 23, 24 e 25 de novembro. Local do XSIEC: Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Campus Francisco Negrão de Lima – Maracanã, R. São Francisco Xavier, 524 - Maracanã - Rio de Janeiro – RJ, Brasil.


EIXOS TEMÁTICOS 

1. Produção, circulação e tradução do conhecimento: Histórias das abordagens culturais na Geografia. Histórias das idéias e das práticas geográficas. Trajetórias intelectuais e histórias institucionais. Debates metodológicos. 

2. Cultura e Religião: As relações entre o sagrado e o profano, sua espacialidade e relações de poder. A gênese e a difusão espacial da fé. Hierópolis ou Cidades-Santuário. Território e territorialidade religiosa. Peregrinações tradicionais e pós-modernas. Tolerância e intolerância religiosa. Religião e ciberespaço na hipermodernidade. 

3. Imagens, Mapas e Cultura Visual: As dimensões espaciais da cultura na análise de imagens. O papel da visualidade na construção do conhecimento e na difusão de formas de se imaginar os espaços. Caminhos teórico-metodológicos no uso de mapas, fotografias, filmes, pinturas e desenhos como objetos de estudo.

4. Literatura, Música e Festividades: Abordagens culturais e o horizonte humanista na produção e na representação do espaço geográfico em festas e festivais. Vivências, práticas, Geograficidade e experiências individuais-coletivas nos espaços e lugares festivos. Representações do espaço na produção musical e literária. O papel da arte na experiência espacial e nos lugares de pertencimento

5. Gênero e Diferença: Debates metodológicos sobre gênero em sua relação com o espaço. Possibilidades de discussão e reflexão na geografia cultural sobre o gênero, teorias feministas e questões de identidade e diferença como categoria e agente na construção de territorialidades.

6. Cultura, Política e Economia: O papel da cultura nos processos políticos e econômicos de construção do espaço. Valores simbólicos associados a lugares e paisagens e suas conexões com dinâmicas políticas e econômicas. Políticas do patrimônio cultural. Representações simbólicas e turismo. Apropriação dos espaços por grupos, movimentos, organizações e instituições valorizando a dimensão cultural em suas estratégias de ação. 


CHAMADA DE TRABALHOS Convidamos os autores a submeterem resumos que contemplem os eixos temáticos acima. Conferir os encaminhamentos no quadro Datas importantes abaixo, para submetê-los à comissão científica e distribuição nos Grupos de Trabalho. Os critérios para aceitação dos trabalhos são: pertinência (relativa aos eixos temáticos do Encontro); ineditismo (trabalhos que sejam resultado de pesquisas realizadas, de preferência, nos últimos três anos); unidade e coerência. 

Os resumos devem conter até 800 palavras; só será aceito um resumo por autor, individual ou coletivo; serão aceitos resumos escritos em Português, Espanhol, Francês e Inglês. Normas para o envio dos trabalhos: 
Ao efetuar a submissão solicita-se encaminhar versão em Word do arquivo para o email constando os seguintes elementos: 1. Título do artigo; 2. Nome completo do autor, filiação institucional com endereço postal completo, titulação acadêmica, agência de fomento à qual se vincula (no caso de ser bolsista), e endereço eletrônico; 3. Palavras-chaves (até 5 palavras) 4. Indicação do(s) eixo(s) temático(s). 5. Resumo do trabalho. Formatação dos resumos: Fonte Times New Roman 12; Espaçamento entre linhas 1,5; Alinhamento justificado; Recuo do parágrafo: primeira linha 1,25cm; Margens da página: 3 cm. Período de envio dos resumos: 01/05/2016 a 08/08/2016 Avaliação e aceite: Todos os resumos serão avaliados pela Comissão Científica. Os resultados das submissões serão divulgados até 20/08/2016.


SOBRE AS INSCRIÇÕES As inscrições poderão ser realizadas com antecedência ou durante o evento, cujos valores estão apresentados na tabela abaixo. Àqueles que optarem pela inscrição por email solicita-se o seguinte procedimento: 1. download da ficha de inscrição através do blog http://nepec-uerj.blogspot.com.br/ 2. depósito bancário Nome: André Reyes Novaes (CPF 091.196.537-86) Banco: Banco do Brasil (no. 001) Agência: 2810-X Conta corrente: 7370-9 3. envio da ficha e do comprovante de depósito para o email Os participantes que optarem pela inscrição no dia do evento deverão realizar o pagamento em dinheiro ou depósito bancário (conforme dados informados acima).

quarta-feira, 6 de julho de 2016

O comportamento térmico local decorrente do processo de urbanização no município de Viçosa, durante o verão, outono e inverno de 2014.

A primeira vista, nos mapas acima apresentados, nota-se que a região onde se tem uma maior concentração de construções e de pessoas apresenta um núcleo de calor quando comparadas as áreas circunvizinhas. Nota-se que os valores de temperatura média de cada mês reduz devido a transição das estações durante o período estudado Verão, Outono e Inverno. Porém as maiores diferenças entre o ponto mais e o ponto mais quente estão registradas nos meses de Junho, Julho e Agosto.
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No quesito altitude, no que se refere as médias mensais, é possível afirmar que esse fator não influenciou nos registros de temperatura, não havendo uma forte correlação.
Observou-se a identificação de núcleo de calor, em pontos mais afastados do centro do município, o que os tornam pontos interessante para pesquisas futuras, dando uma maior atenção para alguns fatores que possam vir a exercer influência nesse comportamento.
Destacou-se também que a presença da vegetação, exerceu um papel fundamental de amenizadora e controladora da temperatura, diferentemente dos materiais utilizados nas cidades, tais como asfalto, concreto, telhas de barro e de amianto, dentre outros, que tem como características uma maior absorção do calor. Além disso, a presença de brisas durante o dia, em zonas rurais, são mais constantes do que em ambientes urbanos, o que explica menores temperaturas em alguns pontos situados na zona rural.




O comportamento térmico local decorrente do processo de urbanização no município de Viçosa, durante o verão, outono e inverno de 2014.

A primeira vista, nos mapas acima apresentados, nota-se que a região onde se tem uma maior concentração de construções e de pessoas apresenta um núcleo de calor quando comparadas as áreas circunvizinhas.
Nota-se que os valores de temperatura média de cada mês reduz devido a transição das estações durante o período estudado Verão, Outono e Inverno. Porém as maiores diferenças entre o ponto mais e o ponto mais quente estão registradas nos meses de Junho, Julho e Agosto.
No quesito altitude, no que se refere as médias mensais, é possível afirmar que esse fator não influenciou nos registros de temperatura, não havendo uma forte correlação.
Observou-se a identificação de núcleo de calor, em pontos mais afastados do centro do município, o que os tornam pontos interessante para pesquisas futuras, dando uma maior atenção para alguns fatores que possam vir a exercer influência nesse comportamento.
Destacou-se também que a presença da vegetação, exerceu um papel fundamental de amenizadora e controladora da temperatura, diferentemente dos materiais utilizados nas cidades, tais como asfalto, concreto, telhas de barro e de amianto, dentre outros, que tem como características uma maior absorção do calor. Além disso, a presença de brisas durante o dia, em zonas rurais, são mais constantes do que em ambientes urbanos, o que explica menores temperaturas em alguns pontos situados na zona rural.