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terça-feira, 10 de janeiro de 2017

XIII ENPEG - Belo Horizonte - 2017

Anunciamos a realização do XIII Encontro Nacional de Prática de Ensino em Geografia- ENPEG, na cidade de Belo Horizonte, entre os dia 10 e 14 de setembro de 2017, nas dependências da Universidade Federal de Minas Gerais.


O Enpeg reúne pesquisadores, professores universitários e do ensino básico, geógrafos licenciandos, todos interessados em discutir questões de relevo à área do Ensino de Geografia. Nesta versão, em sintonia com as discussões atuais postas no contexto educacional brasileiro, decidiu-se por temática central “CONHECIMENTOS DA GEOGRAFIA: PERCURSOS DE FORMAÇÃO DOCENTE E PRÁTICAS NA EDUCAÇÃO BÁSICA”. Sob tal foco, serão debatidas questões caras à Geografia Escolar na atualidade da educação brasileira, objetivando destacar as finalidades e funções desse conhecimento em um currículo que busque a construção de um coletivo equânime e voltado para justiça social.


Período de envio de trabalhos completos: 12/12/2016 a 31/03/2017.
Os trabalhos deverão ser anexados em formato .doc ou .docx na página do Enpeg 2017, na área do site reservada para esse fim (acesse a ficha de inscrição online).

Avaliação e aceite: Todos os trabalhos completos serão avaliados pela Comissão Científica. Os resultados das submissões serão divulgados até 31 de maio de 2017.

Eixos e Grupos

 de Trabalho

EIXO 1- CONHECIMENTOS DA GEOGRAFIA ESCOLAR E A PLURALIDADE SOCIOCULTURAL 
Ementa: A Geografia Escolar e suas especificidades. O ensino de Geografia, o reconhecimento multicultural e a afirmação das minorias sociais; formar cidadãos ativos a partir da compreensão das espacialidades: a expressão espacial das desigualdades e diferenças entre os sujeitos sociais.
GT 1-A) O ensino de Geografia, multiculturalidades e diversidades.
GT 1-B) Geografia Escolar e Movimentos Sociais.
GT 1-C) Ensino de Geografia e a inclusão escolar de pessoas com deficiência.
***Observação: As letras A, B e C são os subeixos nos quais os autores deverão inscrever seus trabalhos, seguindo as regras gerais para submissão.
EIXO 2- CONHECIMENTOS DA GEOGRAFIA ESCOLAR, POLÍTICAS EDUCACIONAIS, DIRETRIZES E PROPOSTAS CURRICULARES
Ementa: A Geografia Escolar no contexto geral das políticas educacionais. Políticas curriculares voltadas ao ensino da Geografia (Educação Infantil, Ensino Fundamental I, Ensino Fundamental II, Ensino Médio e Educação de Jovens e Adultos): Diretrizes de formação docente; currículos; políticas do livro didático; avaliação dos sistemas de ensino.
GT 2-A) Propostas, parâmetros e bases curriculares na Geografia Escolar.
GT2-B) Diretrizes Curriculares paras as licenciaturas e formação de professores de Geografia.
GT 2-C) Políticas e práticas de avaliação e o ensino de Geografia.
***Observação: As letras A, B e C são os subeixos nos quais os autores deverão inscrever seus trabalhos, seguindo as regras gerais para submissão.

EIXO 3- CONHECIMENTOS DA GEOGRAFIA E FUNDAMENTOS DIDÁTICOS NA FORMAÇÃO DOCENTE 
Ementa: Diálogos entre a Geografia Escolar e os conhecimentos da Educação na formação do professor de Geografia:
GT 3-A) Geografia Escolar e o desenvolvimento de didáticas e metodologias de ensino.
GT 3-B) Teorias da aprendizagem e construção do raciocínio geográfico na formação docente.
GT 3-C) Os conhecimentos da Geografia Escolar na Educação infantil e nos anos iniciais do Ensino Fundamental.
***Observação: As letras A, B e C são os subeixos nos quais os autores deverão inscrever seus trabalhos, seguindo as regras gerais para submissão.

EIXO 4- OS CONHECIMENTOS DA GEOGRAFIA ESCOLAR, SUAS LINGUAGENS E AS REPRESENTAÇÕES ESPACIAIS
Ementa: O conhecimento geográfico e suas formas de sistematização pelas diversas linguagens - livro didático; mídias e tecnologias digitais; representações: cartográficas; imagéticas, entre outras.
GT 4-A) O raciocínio geográfico e as várias possibilidades de representações espaciais.
GT 4-B) O livro didático e a constituição da Geografia Escolar
GT 4-C) O conhecimento da Geografia Escolar, mídias e tecnologias digitais.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

IX ENCONTRO PESQUISA EM EDUCAÇÃO AMBIENTAL


IX ENCONTRO PESQUISA EM EDUCAÇÃO AMBIENTAL
13 a 16 de agosto de 2017
PESQUISA EM EDUCAÇÃO AMBIENTAL:
Democracia, políticas públicas e práticas educativas




O Encontro Nacional de Pesquisa em Educação Ambiental (EPEA) é um evento bienal promovido por diferentes grupos de pesquisa. Sua nona edição será realizada de 13 a 16 de agosto de 2017 em Juiz de Fora, Minas Gerais, no campus da Universidade Federal de Juiz de Fora.

Desde 2001 o EPEA vem reunindo e favorecendo a interação entre os pesquisadores de diferentes áreas, com a finalidade de discutir trabalhos de pesquisa recentes e temas de interesse à educação ambiental (EA). Os objetivos que têm norteado a organização e condução dos encontros são:
Discutir, analisar e divulgar trabalhos de pesquisa em EA;
Aprofundar as discussões sobre as abordagens epistemológicas e metodológicas das pesquisas em EA;
Identificar práticas de pesquisa em EA que vêm sendo desenvolvidas no âmbito dos programas de pós-graduação e em outros espaços institucionais e não-institucionais.



O IX EPEA toma como foco a relação entre democracia, políticas públicas e práticas educativas, considerando as questões contemporâneas que atravessam tal relação e que encontram acolhida em diversos grupos de pesquisas do campo da educação ambiental no país.


sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

Nova Edição da Revista Espinhaço.

Revista Espinhaço (ISSN: 2317-0611) é editada por professores da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM), localizada em Diamantina, Minas Gerais, Brasil. Publicada semestralmente, a revista foi lançada na segunda metade de 2012 e está aberta para o recebimento de artigos científicos originais, traduções de artigos, resenhas de livros e entrevistas nas áreas da Geografia e das Geociências. Espinhaço tem caráter interdisciplinar e recebe contribuições de profissionais de todas as áreas do conhecimento.

quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

Chuvas em Minas Gerais... Um prenúncio de mais prolemas...

Chuva volumosa entre MG, RJ e ES





Fonte: Climatempo.

Na última quarta-feira, 14, as áreas de instabilidade que estavam sobre o Sudeste foram reforçadas pela chegada de uma frente fria. Nuvens de tempestades se formaram entre Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo e despejaram muita chuva em algumas áreas. De acordo com medições do INMET, entre 06h de quarta e 06h desta quinta-feira foram acumulados 197 mm de chuva em Teresópolis e 140 mm em Petrópolis, ambas cidades da serra do Rio de Janeiro, e 111 mm em Alegre, no sul do Espírito Santo. A região de Brumadinho, na Grande BH, registrou mais de 200 mm nesse período.
A frente fria ainda está avançando agora em direção ao Espírito Santo e ainda vai provocar mais chuva nos dois Estados. A Climatempo alerta para alagamentos, deslizamentos de terra, já que o solo está encharcado e a chuva não pára.Essas áreas também ficam em alerta para ventania. As rajadas de vento variam entre 60 e 80 km/h.


Em Minas Gerais...

Fortes chuvas que atingiram todo o Estado de Minas Gerais continuam causando muitos estragos e transtornos a população mineira. Na região Metropolitana de Belo Horizonte, em Ribeirão das Neves, quatro pessoas morreram depois de uma enorme cratera “engolir” o caminhão onde seguiam. Em Juiz de Fora, mãe e filho morreram soterrados. Alerta de tempestades e grande volume de chuva devem continuar, alertam meteorologistas.

O grande volume de chuva devem deixar atentos toda a população de Minas Gerais. Isso porque, segundo o Climatempo, diversas áreas do estado estão sujeitas à ação de uma frente fria que deve permanecer na Região Sudeste até quinta-feira (15).
Brumadinho, distante menos de 40 quilômetros da capital, registrou 214,1 milímetros de precipitação. O valor é quase 65% do esperado para todo o mês de dezembro que costuma apresentar média de 330 milímetros de chuva no período.
As principais áreas de alagamento em Belo Horizonte estão sendo monitoradas pela Defesa Civil e moradores dos Bairros Novo São Lucas e Califórnia foram orientados a sair de suas casas em razão do risco de desabamento. No comunicado emitido nesta manhã a Defesa Civil pede que os moradores de áreas de risco, susceptíveis a deslizamentos e escorregamento “fiquem atentos ao aparecimento de fendas, depressões no terreno, rachaduras nas paredes em suas residências e terrenos”.



Balanço das chuvas em Minas Gerais.




O avanço da estação de chuvas em Minas Gerais fez dobrar em menos de 24 horas o número de mortos que vinha sendo contabilizado desde o início da estação no estado. Em apenas duas ocorrências, o registro de mais cinco vítimas elevou para 10 o total de óbitos relacionados a temporais, balanço que pode subir a qualquer momento, já que pelo menos mais uma criança continua sendo procurada pelos bombeiros.


quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Os Jogos no Ensino de Geografia

Os Jogos no Ensino de Geografia

Atividade desenvolvida pela Bolsista do PIBID
Mábia Bárbara Floresta Batista

O presente projeto tem como finalidade a utilização de jogos como forma alternativa para o ensino de geografia. Os jogos pedagógicos são ao mesmo tempo lúdicos e validos numa variedade de contextos de aprendizagem e oferecem um contato simulado com a realidade. Este instrumento possibilita um ambiente descontraído e vivo, pois motiva os estudantes a concentrarem seus esforços para atingir metas.  Os jogos podem ser adaptados para aplicação de conceitos trabalhados, como reforço e avaliação de uma forma não tradicional, neste os alunos são sujeitos ativos no processo de ensino/aprendizagem. Eles também tornam as aulas mais dinâmicas contribuindo para motivação dos alunos.

“Os jogos e as atividades têm por objetivo a interação do aluno, precisam ir além do processo de avaliação, devendo ser  utilizados como desenvolvimento intelectual do mesmo. Sendo assim,  por meio da utilização dos jogos no processo de ensino, a atividade pode torna-se mais interessante, atraindo o aluno e provocando o individuo.” (SOUZA E YOKOO, 2013)
       


        
Os jogos tendem tornar o ensino de geografia mais eficiente e dinâmico por proporcionar técnicas que permitem desenvolver as habilidades dos alunos, entretanto o jogo deve ser baseado em pesquisas e investigações, sendo o papel do professor essencial no planejamento e seleção dos conteúdos a serem trabalhados, pois as atividades lúdicas (jogos) devem ser aplicadas com uma funcionalidade, não apenas para distrair os alunos. Outro aspecto importante é respeitar o tempo de aprendizagem de cada estudante, ou seja, o tempo que cada um leva para assimilar o conteúdo.
            Segundo Verri e Endlich (2009), ”Especialmente quanto ao ensino de Geografia, têm sido constantes os registros acerca das grandes dificuldades em o que ensinar e como ensinar a Geografia. Em meio a problematização que se encontra, uma das primeiras a ser assinalada consiste em lembrar como essa dificuldade ocorre pelo fato da Geografia surgir de uma concepção descritiva agravada no cotidiano escolar pelo descompasso que existe entre o avanço da Geografia como campo científico e a atualizante lenta, insuficiente dos livros didáticos”.
            A partir de então devemos buscar formas alternativas para o ensino, não somente de geografia, mas de todas as disciplinas escolares, aprendizagens que irão além do que os livros didáticos, o quadro e o giz proporcionam, somente assim poderemos ultrapassar as barreiras da sala de aula e aprender de forma mais prazerosa e dinâmica.
Objetivo geral:         
Desenvolver uma metodologia baseada no “jogo da velha” para o conhecimento geral dos aspectos a respeito do surgimento da industrialização na Europa e a industrialização tardia dos países da América Latina. Proporcionando aos alunos, de forma dinâmica e lúdica, a revisão de tais conteúdos.

       Objetivos específicos:
·         Constatar as dificuldades enfrentadas pelos professores e estudantes no processo de ensino/aprendizagem sobre o processo de industrialização;
      
·         Possibilitar que os estudantes obtenham conhecimento do processo de industrialização Europeu e também na América Latina;
         
·         Desmistificar a culpa da não contribuição dos conteúdos para o efetivo desenvolvimento do conhecimento;

·         Comprovar o problema da utilização de metodologias inadequadas na perspectiva tradicional do ensino desta ciência;
         
·         Valorizar o conhecimento básico e especifico ocorridos no Brasil e no mundo;
        
·         Refletir sobre metodologias desenvolvidas por professores em sala de aula a respeito da temática proposta neste trabalho;
     
·         Contribuir para o desenvolvimento de uma nova perspectiva metodológica que possa ser usada no ensino de Geografia;
·         Desenvolver uma melhor coordenação motora, ativar o raciocínio lógico e melhorar as habilidades na tomada de decisões.

    Desenvolvimento
            A atividade baseou-se em desenvolver a relação ensino/aprendizagem através do “jogo da velha” uma “brincadeira” bem antiga, mas muita interessante para auxiliar no ensino de geografia. O exercício lúdico foi desenvolvido na Escola Estadual Dr. Mariano da Rocha, localizada na cidade de Teixeiras-Mg, nas turmas de 6º e 8º ano do ensino fundamental. A sala foi divida em 6 grupos de 5 alunos aproximadamente, depois de montarem os grupos foi explicado o funcionamento do jogo, que se deu da seguinte forma:
Objetivo: proporcionar aos alunos de forma dinâmica e lúdica a revisão dos conteúdos sobre a industrialização na Europa e na America Latina.
Material utilizado: nove cartolinas, tesoura cola, régua e papel cartão.
Passo a passo: Medir as dimensões da cartolina 35 cm X 38 cm.
Em seguida dividir a cartolina em 9 partes iguais, e enumera-las de 1 a 9, aderindo um número a cada parte.
Fazer um molde do X e do O, que simbolizará cada jogador.
Formular 09 perguntas referentes ao tema da revisão da aula: Industrialização.

Regra: Inicialmente formaram-se as equipes, a equipe do X e a equipe do O.
A equipe que iniciou o jogo (decisão feita através de par ou impar) escolheu o quadrado que desejava marcar o seu símbolo e então o controlador do jogo (professor) fez a pergunta correspondente ao número do quadrado, a equipe que acertou marcou o símbolo, já a equipe que errou passou sua vez à outra equipe, sem obter pontuação. A equipe que primeiro marcou a sequência de três símbolos ganhou o jogo.

Considerações finais
Os jogos são instrumentos valiosos para o ensino, pois podem ser utilizados como ponto de partida para a construção do conhecimento, possibilitando o desenvolvimento de conceitos e juízos. Os mesmos podem ser retirados do cotidiano, de experiências acumuladas e de situações pensadas e construídas pelo próprio aluno. Dessa forma, o emprego de jogos na sala de aula possibilitará a criação de um clima prazeroso de estudo, tanto para o estudante quanto para o professor. A sua utilização na Geografia deve ser muita bem vista, pois ajuda no aprendizado de conteúdos pertinentes com esses exercícios de conhecimento. Além de possibilitar que os alunos se posicionem de maneira crítica, responsável e construtiva, no posicionamento para resolução de seus problemas cotidianos.



Referências bibliográficas

VERRI. Juliana Bertolino; ENDLICH. Ângela Maria. A utilização de Jogos aplicados a Geografia. Revista Percurso – NEMO, Maringá, v.1, n.1, p.65-83, 2009.


SOUZA, I. F ;YOKOO, S. C. Jogo lúdico no ensino de geografia. Publicado em 2009. Disponível em < http://www.fecilcam.br/nupem/anais_viii_epct/PDF/TRABALHOS-COMPLETO/Anais-CET/GEOGRAFIA/IFSouzatrabalhocompleto.pdf >. Acesso em 14 de novembro de 2016.