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terça-feira, 28 de julho de 2015

Concursos - Geografia Física


A Universidade do Estado do Rio de Janeiro abriu dois Concursos Públicos com vagas para Professores.As oportunidades são para Professores nas áreas de Geografia Física (1). Para concorrer é preciso ter Doutorado. Os interessados na proposta de Professor de Geografia Física, devem se inscrever no período de 27 de julho de 2015 a 21 de agosto de 2015. Já para o cargo de Professor de Língua Portuguesa é necessário realizar as inscrições no período de 15 a 31 de julho de 2015, ambos na Faculdade do curso para a vaga pretendida, localizada na Rua Dr. Francisco Portela, nº 1.470, em São Gonçalo - RJ. As taxas de participação são de R$ R$ 274,85.
Os inscritos serão avaliados por meio de prova escrita, de aula e julgamento de títulos e trabalhos. Os exames escritos para o primeiro concurso devem ser 10 de setembro de 2015, já o segundo no dia 21 de setembro de 2015. Este Concurso tem validade de dois anos, a partir da data de publicação do resultado final, prorrogável por igual período.
Confira o Edital.

A Universidade Estadual Vale do Acaraú, Ceará, anunciou a abertura de Concurso Público para o preenchimento de 39 vagas em cargos de Professores Assistente e Adjunto.

Há oportunidades vinculadas aos Centros de Ciências Sociais Aplicadas - CCSA, Ciências Agrárias e Biológicas - CCAB, Ciências Exatas e Tecnologia - CCET, Filosofia, Letras e Educação - CENFLE, Ciências Humanas - CCH e Ciências da Saúde - CCS, distribuídas entre as áreas de Economia (1), Contabilidade Privada (1), Ecologia (1), Solos (1), Produção e Nutrição de Ruminantes (1), Matemática (4), Educação Matemática (1), Estatística e Probabilidade (1), Física Geral e Fundamental (1), Física Geral e Fundamental (2), Química Geral e Físico-Química (1), Química Geral e Ensino de Química (1), Química Geral e Inorgânica (1), Algoritmos e Linguagens de Programação (1), Grafos e Otimização (1), Lógica e Filosofia da Linguagem (1), Linguística da Língua Inglesa (1), Docência e Processos Educativos na Educação Infantil (1), Geografia Humana (1), Geografia Física (1), História Geral (1), História da América I e II (1), Antropologia (1), Prática de Ensino em Ciências Sociais (1), Sociologia (1), Ciência Política (1), Metodologia das Ciências Sociais (1), Enfermagem (1), Enfermagem (2), Educação Física, Esporte e Saúde (2), Educação Física e os Embasamentos e Ginásticos e Esportivos (3).

A remuneração é de R$ 8.335,55 ou R$ 11.793,95, conforme a titulação apresentada, já que são exigidas formações em mestrado ou doutorado. A jornada de trabalho é composta por Dedicação Exclusiva.

Os interessados devem realizar a inscrição de 6 a 25 de agosto de 2015, pelo site www.concursos.uvanet.br, com o recolhimento da taxa no valor de R$ 100,00, em forma de boleto na rede bancária.
A etapa avaliativa é composta por Provas Escrita, Didática e de Títulos, sendo que a validade da classificação final será de dois anos, podendo ser prorrogada por igual período.


A Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) abriu concurso para a contratação de professores. O concurso está com 1 vaga para a área de Topografia, 1 vaga para a área de Cartografia e Geotecnologias e 1 vaga para o Ensino de Geografia. 



CONCURSO PÚBLICO DOCENTE UNIFAL-MG

Estão abertas as inscrições para concurso docente na Universidade Federal de Alfenas - MG na área de atuação:
Docente para atuar em projetos de pesquisa e extensão e nas unidades curriculares (disciplinas):
Teoria e Método em Geoprocessamento,
sistemas de Informação Geográfica,
Sistema de Informação Geográfica e Banco de Dados,
Geoprocessamento,
Geotecnologias no Ensino,
Sensoriamento Remoto e Interpretação de Imagens,
Cartografia Básica,
Cartografia Temática.

Escolaridade exigida:
Graduação em Geografia (Licenciatura ou Bacharelado)
Doutorado: Geografia ou Geociências

Inscrições: 03/4 a 02/5.

Outras informações e edital no site: www.unifal-mg.edu.br/geografia

segunda-feira, 27 de julho de 2015

Chuva de granizo causa transtornos em Juiz de Fora

Em Juiz de Fora, na Zona da Mata Mineira, choveu granizo na tarde desse domingo (26). De acordo com a Defesa Civil Municipal, foram registrados cinco alagamentos, cinco destelhamentos, quatro quedas de muros, uma queda de árvore e diversos chamados por falta de energia.

O temporal atingiu a cidade entre 16h e 17h. O bairro Grama foi o mais atingido pela chuva, com registro de 85 milímetros. Nos bairros Filgueiras e Centro choveu 35 mm. Seis orientações técnicas foram feitas e uma família levada para a casa de parentes por ricos de desabamento.

Apesar dos estragos, parte dos moradores da cidade aproveitaram o fenômeno para se divertir nas ruas, que ficaram cobertas de branco durante alguns minutos.

Equipes do órgão ainda trabalham em levantamentos na manhã desta segunda-feira (27). Ninguém se feriu. A meteorologia informou que ainda pode chover fraco na região da Zona da Mata.

De acordo com o 5º Distrito de Meteorologia, foram registrados 15 milímetros de chuva no dia. O geógrafo Thiago Oliveira Santos explicou que a temperatura amena do inverno favoreceu que os cristais de gelo formados nas nuvens caíssem.

Foram registrados destelhamentos de casas e quedas de muros. Um balanço parcial da Defesa Civil indica que pelo menos 13 vistorias foram realizadas. Houve ainda queda de árvores no Bairro Grama. Boa parte da região Nordeste de Juiz de Fora teve interrupção da energia elétrica durante a noite.

Condições favoráveis
O geógrafo Thiago Oliveira Santos, especialista em climatologia, disse que as condições climáticas favoreceram a ocorrência do granizo. “Havia uma área de baixa pressão se deslocando pelo litoral da região Sudeste. Com a concentração de umidade atingindo altas altitudes, as nuvens alcançaram o ponto de congelamento. As nuvens de tempestade se formaram e, ao descerem e se depararem com temperaturas amenas, os cristais de gelo conseguiram chegar ao solo”, explicou.

O especialista disse ainda que o impacto nos bairros na região Norte pode ser por causa do local onde a nuvem de tempestade se formou. “Ela estava mais concentrada na região. À medida que a nuvem deslocou, foi abrandando e perdendo força. Também caiu granizo em bairros da região Leste, mas não com a mesma intensidade.”

Falta de energia
A Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) informou em que a chuva afetou integralmente o sistema elétrico em alguns pontos da cidade. Os bairros da região Norte e Nordeste foram os mais prejudicados. No total, 30.940 clientes ficaram sem energia por cerca de três horas.

A empresa disse que até o momento, 87% dos clientes já tiveram o fornecimento de energia regularizado. A previsão é que todo o circuito seja normalizado até o final desta segunda- feira (27).



Mudanças climátias - Textos Livres



Do que falamos exatamente quando falamos de tempo meteorológico? E clima, do que se trata? São perguntas corriqueiras, não é mesmo? Todos os dias, de alguma forma, em algum canal de TV ou estação de rádio, nos deparamos com a tal “previsão meteorológica.

A pergunta que atormenta todo morador da metrópole há pelo menos dois anos é: vai chover hoje na cidade? Se essas são perguntas imediatas pelo problema da crise hídrica pela qual passamos, não é menos verdade que há outras questões que se colocam à nossa frente quando se trata de clima: depois de um longo período de seca que assolou a região metropolitana durante todo o ano de 2014.

Mas o que está acontecendo com o clima no Brasil? E no resto do mundo? Se você lê jornal, ouve rádio, vê TV ou é internauta, sabe muito bem do que estou falando.

Tentando responder estas indagações a Revista da USP lançou um dossiê sobre mudanças climáticas.

Acesse e leia,

Dossiê Clima - n. 103 (2014)

Sumário

Editorial
Francisco Costa
5-5
Mudanças climáticas e o Brasil
Paulo Artaxo
8-12
Paulo Artaxo
13-24
José A. Marengo
25-32
Maria Assunção Faus da Silva Dias
33-40
Gilvan Sampaio, Pedro Leite da Silva Dias
41-54
Edmo J. D. Campos
55-66
Henrique M. J. Barbosa
Alvorada na cidade de Vitória-ES

domingo, 26 de julho de 2015

Ajuda ao sul do Brasil-Chuvas de Julho de 2015

O secretário nacional de Proteção e Defesa Civil do Ministério da Integração Nacional, Adriano Pereira, anunciou nesta quarta (22) R$ 2 milhões em ajuda humanitária às vítimas de enchentes no Rio Grande do Sul. O valor equivale a 19.423 kits de ajuda humanitária, que devem chegar ao estado até sábado (25).

Ao todo, são 2.279 cestas de alimentos, 5.116 kits de higiene pessoal, 2.058 kits de limpeza, 4.985 kits dormitório e 4.985 colchões. "Estamos atendendo a 100% das solicitações de apoio do estado", e o governo federal atua em complemento às ações da Defesa Civil no estado e nos municípios, ressaltou o secretário.



Após o anúncio, feito no início da tarde no Palácio Piratini, em Porto Alegre, Adriano Pereira e o vice-governador, José Paulo Carioli, sobrevoaram a capital, a região das ilhas e os municípios de Cachoerinha, Gravataí, Esteio, São Leopoldo, Novo Hamburgo e Eldorado do Sul.

O envio dos kits está entre as ações de apoio do governo federal aos municípios atingidos pelas chuvas da última semana. A Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sedec) reconheceu situação de emergência em 26 municípios gaúchos, em razão de inundações.

Para o estado do Paraná, a Sedec autorizou o repasse de R$ 784,582 mil e reconheceu situação de emergência em 28 municípios, por causa de queda de granizo, vendavais, tornados, enxurradas e inundações. Os recursos serão utilizados na execução de ações de socorro, assistência às vítimas e restabelecimento de serviços essenciais. O governo federal enviou ainda 1.828 kits de higiene pessoal, 1.828 kits de limpeza, 1.883 cestas de alimentos, 950 kits dormitório e 950 colchões. Esse material corresponde a R$ 870 mil. Curitiba, Maringá e Francisco Beltrão receberam os kits para distribuição.

Tufão Nangka

A passagem do tufão Nangka, o décimo primeiro da temporada que atingiu a costa Pacífico do Japão na semana passada, provocou prejuízo da ordem de 10 milhões de dólares americanos por conta da mortandade de cerca de onze mil atuns de um criadouro marinho na província de Wakayama. O tufão atingiu o sudoeste do arquipélago na noite do dia 16 de julho, avançando lentamente para norte, o que contribuiu para maior duração de ventos fortes e mar agitado, acompanhada de chuvas torrenciais. O levantamento preliminar do governo da província indica ainda destruição de cerca de 2 hectares de pomares de citricultura e uma extensa área de cultivo de arroz que estava pronto para a colheita, elevando o total de prejuízos para quase 20 milhões de dólares. 



O Nangka, 11º tufão da temporada, está levando ventos fortes e chuvas torrenciais em vastas áreas da região oeste do Japão desde que tocou o solo na noite de quinta-feira (horário local). De acordo com a emissora pública NHK, o tráfego aéreo foi amplamente interrompido e cerca de 360 mil pessoas receberam alerta de evacuação em várias localidades nas regiões sudeste e oeste.

O tráfego aéreo na região foi amplamente interrompido. A Agência Meteorológica do Japão (JMA, na sigla em inglês) informou que o Nangka foi rebaixado de tufão para tempestade tropical depois que desceu em terra firme às 23h locais desta quinta-feira na província de Kochi, localizada na ilha de Shikoku, no sudeste do Japão.



Segundo o último boletim da Agência, Nangka se dirige agora para o norte, a 20 quilômetros por hora, cortando o oeste do país, com ventos de até 144 quilômetros por hora. Em algumas áreas de Shikoku e da Península de Kii, mais de 500 milímetros de chuva já caíram em menos de um dia.

A partir das 05h locais de sexta-feira, cerca de 360 mil pessoas em nove prefeituras foram aconselhados a procurar abrigos alternativos. Autoridades locais informaram que 31 pessoas em 13 províncias ficaram feridas e duas morreram.

A Agência Kyodo informou que 217 voos foram cancelados na quinta-feira (16) e mais 126 voos na sexta-feira (17). A Agência Meteorológica alerta para mais chuvas torrenciais, deslizamentos de terra e inundações, bem como maremotos no sudeste e oeste do arquipélago japonês, com previsão de atingir a região norte na noite de sexta-feira.

Fontes: NHK News English / Agência Kyodo.

segunda-feira, 20 de julho de 2015

Chuvas no Sul do Brasil - Um Balanço

As chuvas diminuíram na região sul do país nos últimos dias, mas a situação continua preocupante. Já são 175 municípios afetados. Em Santa Catarina, o Rio Canoinhas continua subindo, com uma taxa de 1 centímetro por hora. De acordo com a Defesa Civil do estado, o nível do rio está em 5,92 metros, a apenas 4 centímetros do transbordamento.

Na segunda-feira (20), pancadas de chuva devem atingir o oeste, meio oeste, planalto sul e litoral sul do estado, segundo a Defesa Civil. Os últimos números divulgados apontam 54 cidades atingidas, sendo 22 delas em situação de emergência e três em estado de calamidade pública. O número de pessoas afetadas é de 13,5 mil. Além disso, duas mortes foram registradas, uma no município de São Joaquim e outra em Coronel Freitas.

No Rio Grande do Sul, as chuvas já afetaram 57 cidades. De acordo com o último boletim da Defesa Civil do estado, 11.920 pessoas foram atingidas, sendo que 1.306 estão em abrigos. Os municípios de Esteio e Rolante já decretaram situação de emergência e outras 18 cidades analisam a possibilidade de fazê-lo. Além disso, a Defesa Civil recebeu alerta de risco muito alto de inundação para Itaqui e Uruguaiana.

No Paraná, 64 municípios foram afetados, de acordo com boletim divulgado na manhã de hoje (19) pela Defesa Civil. O estado decretou situação de emergência em 28 cidades. Além disso, as prefeituras de Manfrinópolis e Marquinho também decretaram situação de emergência. O governo local anunciou que vai iniciar a distribuição de produtos de ajuda humanitária, comokits com roupa de cama e colchões, além de produtos de higiene e cestas básicas.







Neste início de semana o tempo fica estável na maior parte do Paraná. O sol predomina e as temperaturas se elevam rapidamente em todo o Estado. São esperadas rajadas de vento moderadas á tarde, que antecipam mudança do tempo no fim do dia. A frente fria, que atua no Rio Grande do Sul, começa a avançar pela Região Sul, mas chega ao oeste, sudoeste e centro-sul paranaense apenas na noite desta segunda-feira; porém não se descarta a ocorrência de chuvas e ventos fortes nestes setores. Nas demais regiões paranaenses chove na terça-feira.



quinta-feira, 16 de julho de 2015

Livros de Climatologia



Lucí Hidalgo Nunes investiga o vínculo entre os processos recentes de urbanização e as catástrofes ambientais na América do Sul – região cada vez mais caracterizada pela concentração de pessoas em megalópoles. Em Urbanização e desastres naturais a pesquisadora apresenta um grande levantamento dos desastres hidrometeorológicos e climáticos, geofísicos e biológicos registrados nesta parte do continente americano entre 1960 e 2009, considerando suas evoluções temporais quanto ao número de ocorrências calamitosas, óbitos, afetados e prejuízos econômicos.
Com a crescente urbanização, as atividades de planejamento e prevenção requerem esforços financeiros e intelectuais cada vez mais intensos. Por sua consistência de pesquisa e interesse público na solução de problemas, este livro surge já como marco para uma nova abordagem sobre o assunto, que no futuro pode evitar imensos prejuízos e, acima de tudo, contribuir para que vidas humanas sejam poupadas de tragédias evitáveis.



Experimentos em Climatologia Geográfica retrata pesquisas realizadas no Brasil, em Portugal, na França e no Chile, envolve a articulação de grupos de pesquisas de diversas instituições de ensino superior, programas de pós- graduação e institutos de pesquisa. O livro, com dezenove capítulos, apresenta textos contendo técnicas de pesquisa em estudos climáticos em diversas temáticas e escalas, prioriza e aponta os procedimentos e os métodos utilizados. Discorre sobre o uso de equipamentos, e avaliação de métodos estatísticos, de SIGs e de Geoprocessamento no âmbito da Climatologia Geográfica.O objetivo da obra é contribuir essencialmente na execução de trabalhos nos níveis de graduação e pós-graduação, demonstrar as potencialidades de pesquisa exigentes, a diversidade das temáticas e aquilo que está sendo pesquisado na Climatologia Geográfica.




 

 O livro apresenta artigos de docentes e pós-graduandos dos laboratórios de climatologia da Faculdade de Ciências e Tecnologia da UNESP de Presidente Prudente (Brasil) e da Faculdade de Letras da Universidade do Porto (Portugal). Ainda que o tema central das contribuições seja o da climatologia urbana, o livro foi bem organizado em 12 capítulos. Os seis primeiros apresentam contribuições teóricas e metodológicas da climatologia geográfica.

 Escrita para alunos e professores dos cursos de graduação e de pós-graduação — em Geografia, Arquitetura, Ecologia, Ciências Ambientais, Meteorologia, Engenharia Ambiental, dentre outros —, a obra tem como principal objetivo ampliar, dentro da disciplina Climatologia, a abordagem do clima, vinculando-o às interações atmosfera-superfície e tratando-o como um “complexo vivo”. Apresenta os princípios basilares da Escola Brasileira de Climatologia Geográfica e vários conceitos que apoiam a tomada de decisão no tratamento das informações meteorológicas (coleta, tabulação e organização de dados). Ensina a tratar estatisticamente os dados meteorológicos, a abordá-los sob o ponto de vista rítmico (dinâmico) e descreve algumas das inúmeras aplicações que a Climatologia Geográfica oferece à melhor compreensão do clima.




 O que faz a asa-delta voar? O que é o fenômeno El Niño? Como são formados os desertos? Qual a diferença entre furacão e tornado? Perguntas cotidianas, feitas por alunos e reunidas pela autora durante seus mais de 15 anos de experiência no ensino de Climatologia, servem como ponto de partida para explicar conceitos e fenômenos climáticos de forma prática e original.
Ricamente ilustrada, a obra utiliza exemplos práticos para explicar os principais conceitos da Climatologia Geral, como movimentos de rotação e translação da Terra, radiação solar, umidade, precipitação e circulação atmosférica. Ao final do livro, a autora discute o aquecimento global e as polêmicas que o envolvem, levando o leitor a refletir sobre esse importante tema.
Climatologia fácil é uma referência prática e descomplicada para alunos de graduação em Geografia e Meteorologia e professores de ensino fundamental e médio, assim como todos aqueles 
interessados em conhecer mais sobre os fenômenos
 climáticos a partir de exemplos do nosso dia a dia.






A esta altura de minha vida, ultrapassados os oitenta anos, apelei para os co-autores do presente trabalho, a fim de discutirmos a diretriz a ser tomada sobre a “divulgação” de uma obra que tem demorado a atingir uma prática mais efetiva, já que se desenvolve por mais de meio século. Espero que o presente esforço de divulgação surta algum efeito em benefício dos estudantes de Geografia e jovens geógrafos, e que, no exterior, ele possa merecer alguma atenção como meio de constatar que, no hemisfério sul, na América Latina e, mais especificamente, no Brasil – em esforço de desenvolvimento econômico e cultural –, também podemos propor algo relativo à área.
Carlos Augusto de Figueiredo Monteiro