quarta-feira, 30 de julho de 2014

Nova Edição da Revista Hygea, v. 10, n. 18, 2014




V. 10, n. 18 (2014): JUNHO DE 2014

Sumário

Editorial

HYGEIA 10 ANOS, SEMPRE PUBLICANDO SAÚDEPDF
Samuel do Carmo Lima0

Artigos

INFLUÊNCIA DA PLUVIOSIDADE E TEMPERATURA AMBIENTE NA LONGEVIDADE E FECUNDIDADE DOS AEDES AEGYPTI E ALBOPICTUS NA CIDADE DE GUARAPUAVA-PR E POSSIBILIDADE DE SUPERINFESTAÇÃOPDF
Luciana Conrado Ajuz, Leandro Redin Vestena1 - 18
GEOPROCESSAMENTO EM SAÚDE: UM ESTUDO SOBRE A LEISHMANIOSE TEGUMENTAR AMERICANA NO VALE DO JIQUIRIÇÁ, BAHIA, BRASILPDF
Ismael Mendes Andrade, George Mariane Soares Santana, Rozilda Vieira Oliveira Sacramento19 - 32
ESPAÇO E SAÚDE: CONDIÇÕES SOCIOAMBIENTAIS FAVORÁVEIS À LEISHMANIOSE VISCERAL (LV) NA BACIA DO RIO ANAJÁ EM PAÇO DO LUMIAR – MAPDF
Luciana Carla Silva Freitas, Antonio Cordeiro Feitosa33 - 45
ACONDICIONAMENTO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS DOS SERVIÇOS DE SAÚDE NAS UNIDADES BÁSICAS DE SAÚDE (UBS) DO MUNICÍPIO DE CAICÓ/RNPDF
Theônia Raquel Santos, Erika Maria Fernandes de Medeiros Rocha, Renato Medeiros Rocha, Regilene Alves Portela46 - 57
UMA ANÁLISE ESPAÇO-TEMPORAL DOS GRUPOS DE PESQUISA DO CNPQ: A DENGUE NO BRASILPDF
Rafaela Rodrigues Ramos, Carlos José Saldanha Machado58 - 70
O ENSINO INTERDISCIPLINAR DO TEMA DENGUE: UMA PROPOSTA PARA A GEOGRAFIAPDF
Taís Buch Pastoriza, Edelci Nunes da Silva71 - 81
APLICAÇÃO DO MÉTODO SCAN PARA A DETECÇÃO DE CONGLOMERADOS ESPACIAIS DOS ACIDENTES DE TRÂNSITO OCORRIDOS EM JOÃO PESSOA-PBPDF
Ana Paula de Jesus Tomé Pereira, Ronei Marcos de Moraes, Rodrigo Pinheiro de Toledo Vianna82 - 97
ANÁLISE DA DISTRIBUIÇÃO ESPACIAL DA HANTAVIROSE NO DISTRITO FEDERAL, BRASIL, 2004-2010PDF
Janduhy Pereira dos Santos, Stefan Vilges de OLiveira, Valdir Adilson Steinke, Marco Túlio Antônio García-Zapata98 - 109
ASPECTOS DA EPIDEMIOLOGIA DA SÍNDROME PULMONAR POR HANTAVIRUS (SPH) EM MINAS GERAIS, BRASIL (2002 A 2009) E SUA RELAÇÃO COM USO E OCUPAÇÃO DO SOLOPDF
Lilia Beatriz Oliveira, Mônica Andrade Morraye110 - 120
ANÁLISE DA RELAÇÃO ENTRE CONHECIMENTOS E ATITUDES DA POPULAÇÃO DE COROMANDEL, MINAS GERAIS, BRASIL, ACERCA DA DENGUEPDF
Patrícia David Boaventura, Boscolli Barbosa Pereira121 - 128
ACIDENTES POR ANIMAIS PEÇONHENTOS NO OESTE DO ESTADO DE SANTA CATARINA, BRASILPDF
Maria Assunta Busato, Vanessa da Silva Corralo, Sandra Mara Sabedot Bordin, Carin Guarda, Viviane Zulian, Junir Antonio Lutinski129 - 139
OS ESTUDOS DE SAMUEL PESSOA E LUIZ JACINTHO DA SILVA E A GEOGRAFIA MÉDICA NO BRASILPDF
Renato Guedes Vieites140 - 148
TERRITÓRIO: DAS DIFERENTES ACEPÇÕES À DINÂMICA DO USO PELOS GRANDES EMPREENDIMENTOS E AS IMPLICAÇÕES NA SAÚDE COLETIVAPDF
Joana D'Arc Vieira Couto Astolphi149 - 166
ANÁLISE ESPACIAL DA LEISHMANIOSE VISCERAL AMERICANA NO MUNICÍPIO DE PETROLINA, PERNAMBUCO, BRASILPDF
Carina Scanoni Maia, Danillo de Souza Pimentel, Marília de Andrade Santana, Genova Maria de Oliveira, Nara de Arruda Pedrosa, Luciano Alves do Nascimento, Maria Aparecida da Gloria Faustino, Leucio Camara Alves167 - 176
VULNERABILIDADE ESPACIAL DA DENGUE E SUA RELAÇÃO COM A VARIABILIDADE TERMOPLUVIOMÉTRICA EM JOÃO PESSOA-PBPDF
Richarde Marques da Silva, Alexandro Medeiros Silva, José Jeferson Silva Chaves177 - 189
VIGILÂNCIA, PREVENÇÃO E CONTROLE DA MALÁRIA EM PALMAS, TOCANTINS, BRASIL, NO PERÍODO 2000 A 2013PDF
Éldi Vendrame Parise190 - 206
PROGRAMA SAÚDE DA FAMILIA - PSF: A AÇÃO DO ESTADO, O CENÁRIO DE IMPLANTAÇÃO E A IMPORTÂNCIA DO TERRITORIO PARA A SUA EFETIVAÇÃOPDF
Carlos Dornels Freire Souza207 - 215
CORRELAÇÃO DE CRIADOUROS DE Biomphalaria sp., HOSPEDEIRO DO Schistosoma mansoni, EM ÁREA DE BAIXA INFRAESTRUTURA SANITÁRIA NO DISTRITO DE MOSQUEIRO, BELÉM, PARÁPDF
Cilanna Nascimento Moraes, Cléa Nazaré Carneiro Bichara, Altem Nascimento Pontes, Sonia Claudia Almeida Pinto, Douglas Gasparetto216 - 233
A IMPORTÂNCIA DAS REDES DE ATENÇÃO Á SAÚDE PARA O DESENVOLVIMENTO DA ATENÇÃO PRIMÁRIO EM PIRAPORAPDF
Vanda Aparecida Costa Vanda Costa, Julio Cesar de Lima Ramires234 - 249
O ENSINO DA GEOGRAFIA DA SAÚDE NO ACREPDF
Cleilton Sampaio de Farias250 - 263
A INFLUÊNCIA DAS ÁREAS VERDES NA QUALIDADE DE VIDA URBANAPDF
Patrícia Ribeiro Londe, Paulo Cezar mendes264 - 272
A IMPORTÂNCIA DA SOBERANIA ALIMENTAR PARA A PROMOÇÃO DA SAÚDE NOS ASSENTAMENTOS DA REFORMA AGRÁRIAPDF
André Luis Ferreira Lima273 - 281

terça-feira, 22 de julho de 2014

O saldo de 42 anos de desastres naturais


São Paulo – Não, as mudanças climáticas não são um problema futuro. Secas, enchentes, furacões, incêndios e temperaturas extremas estão em ascensão em todo o mundo, causando perda de vidas e atrasando o desenvolvimento econômico e social por anos, se não décadas. Os números estão aí para provar.

De 1970 a 2012, 8.835 desastres naturais causaram cerca de 1,94 milhão de mortes e danos econômicos de 2,3 trilhões de dólares globalmente, quase um Brasil em PIB, aponta um novo estudo da Organização Meteorológica Mundial (OMM).

O Atlas de mortalidade e perdas econômicas ligadas a extremos do clima e desastres relacionados à água descreve a distribuição e os impactos das catástrofes naturais ao longo de quatro décadas.

Efeitos reais

Tempestades e inundações foram responsáveis por 79% do número total de desastres, causando 55% das mortes e 86% de perdas econômicas no período, de acordo com o Atlas.

Já as secas causaram 35% das mortes, principalmente devido às severas secas africanas de 1975 e 1983-1984.

O relatório destacou a importância de informações históricas georreferenciadas sobre mortes e danos para estimar os riscos antes de ocorrer o próximo desastre.

Essas informações podem apoiar decisões práticas na redução dos impactos, a partir, por exemplo, da melhoria dos sistemas de alerta precoces, do reforço da infraestrutura para situações críticas ou da reformulação das regras para novas construções.

O Atlas também fornece detalhes sobre as catástrofes a nível regional.

África: de 1970 a 2012, 1.319 desastres registrados causaram a perda de 698.380 vidas e prejuízos econômicos de 26,6 bilhões de dólares. Embora as inundações tenham sido o tipo mais recorrente de desastre (61%), as secas levaram ao maior número de mortes.

Ásia: cerca de 2.681 desastres foram registrados no período de 1970 a 2012, causando a perda de 915.389 vidas e prejuízos econômicos de 789 bilhões de dólares. A maioria destes desastres foram atribuídos a inundações (45%) e tempestades (35%). Apesar da menor ocorrência, as tempestades fizeram o maior número de mortos (76 %) enquanto inundações causaram a maior perda econômica (60 %).

América do Sul: de 1970 a 2012, 696 desastres resultaram em 54.995 vidas perdidas e 71,8 bilhões de dólares em prejuízos econômicos. No que diz respeito aos impactos, as inundações causaram a maior perda dos óbitos (80%) e as maiores perdas econômicas (64%). O evento mais significativo no período foi a inundação e deslizamento de terra que ocorreu na Venezuela no final de 1999 e causou 30.000 mortes.

América do Norte, América Central e Caribe: foram 631 desastres que causaram a perda de 71.246 vidas e prejuízos econômicos somados de 1 trilhão de dólares. A maioria dos desastres registrados nestas regiões foi atribuída a tempestades (55%) e inundações (30%).

Sudoeste do Pacífico: a região registrou 156 desastres no período entre 1970 a 2012, que resultaram em 54.684 mortes e 118,4 bilhões de dólares em perdas econômicas. Tempestades respondem por 46% dos danos e inundações por 38%.

Europa: 352 desastres registrados ceifaram 149.959 vidas e causaram 375,7 bilhões de dólares em prejuízos econômicos. Inundações (38%) e tempestades (30%) foram os desastres mais relatados, mas temperaturas extremas levaram à maior proporção de óbitos (94%).

Ao todo, 72.210 pessoas morreram durante a onda de calor infernal que atingiu a Europa em 2003 e outras 55.736 foram a óbito durante a onda de calor de 2010 na Rússia.



segunda-feira, 21 de julho de 2014

Alemães doam R$ 100 mil para desabrigados pela chuva no RS

Na manhã desta segunda-feira (21/7/2014) foram entregues em Porto Alegre (RS) doações às famílias atingidas e que tiveram prejuízos com às enchentes provocadas pelas chuvas que tem castigado o Estado.
As doações desta segunda feira, são da Alemanha e foram entregues pelo Consulado Geral do país europeu em Porto Alegre. Ao todos os alemães entregaram aos desabrigados um total de 538 cestas básicas, 750 cobertores, 350 travesseiros e 250 colchões que equivalem a R$ 100 mil.
Todas as doações foram entregues na Central de Doações da Defesa Civil (DC) do (RS). Segundo informações da DC, ao todo 2.950 pessoas continuam desabrigadas ou desalojadas por causa das chuvas; das quais 558 estão em abrigos municipais e 2.392 na casa de parentes ou vizinhos.
O último boletim divulgado pela Defesa Civil, mostrou que 168 municípios foram atingidos pela chuva; dos quais 138 decretaram situação de emergência e 2 estado de calamidade pública.


Em relação aos impactos das chuvas, a Defesa Civil do Rio Grande do Sul informou que 2.950 pessoas ainda estão desabrigadas ou desalojadas em razão das fortes chuvas que atingem o estado desde o final de junho. Destas, 558 estão em abrigos municipais e 2.392 estão em casas de parentes e vizinhos.

De acordo com o último boletim, 168 municípios foram afetados – 138 decretaram situação de emergência e dois decretaram estado de calamidade pública. Os temporais na região causaram a morte de três pessoas nas cidades de Arroio do Tigre, Jacutinga e Cerro Grande do Sul.

No dia 19/7/2014, a presidenta Dilma Rousseff e o governador Tarso Genro sobrevoaram as áreas atingidas pelas chuvas em Uruguaiana, na fronteira oeste do estado. Eles saíram da capital, Porto Alegre, às 9h15 e chegaram à região por volta das 10h30, sobrevoando durante cerca de dez minutos os 12 bairros atingidos.

Após o sobrevoo, a presidenta e o governador se reuniram com prefeitos da região para discutir as condições da população prejudicada pelas chuvas. Dilma afirmou que o governo federal se prontificará para tomar todas as medidas necessárias para a reconstrução e recomposição das cidades atingidas.

Na reunião, Dilma explicou como funciona a assistência do governo federal em casos de enfrentamento a desastres naturais, que estão divididos em quatro eixos: resgate/acolhimento das vítimas; recuperação dos serviços essenciais interrompidos (saúde, desobstrução de ruas); reconstrução e prevenção. A presidenta destacou que em todos os estágios é fundamental a participação dos estados, dos municípios e do governo federal, trabalhando juntos no processo.

“A reconstrução é para as condições que foram comprometidas pelo desastre natural, seja enchente, seja desbarrancamento, seja qualquer forma que altere as condições de vida numa região. Prevenir é uma ação que pode estar muito ligada, porque você pode reconstruir diminuindo as condições de risco", disse.



sábado, 19 de julho de 2014

Liberação de Recursos par o Rio Grande do sul-julho de 2014

Uma reunião com o Governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro e prefeitos da região de Uruguaiana, Dilma anunciou a liberação de R$ 40 milhões para a reconstrução de estradas atingidas pelas chuvas de junho no estado. Na última quarta-feira (16), já havia sido anunciada a reserva de R$ 14 milhões para ajudar o governo estadual no reestabelecimento de serviços essenciais. Neste sábado (19), Dilma sobrevoou a região para conhecer a dimensão dos estragos.



O plano de reconstrução elaborado pelo governo do estado será repassado à Secretaria Nacional de Defesa Civil, responsável pela liberação do recurso. Dilma garantiu que a União tomará todas as medidas necessárias para ajudar as áreas atingidas. O site dilma.com.br, inclusive, fez uma interessante análise sobre como o Brasil criou um sistema ágil para enfrentar emergências. O sistema é baseado em quatro pontos: resgate/acolhimento das vítimas; recuperação do serviços essenciais interrompidos (saúde, desobstrução de ruas); reconstrução e prevenção. Antes, os recursos demoravam até seis meses para serem liberados.

No mês passado, foram anunciados recursos para os estados de Santa Catarina e Paraná, que sofreram com as chuvas torrenciais. No final de 2013, a União também ajudou os estados de Minas Gerais e Rio de Janeiro.





Ainda sobre as chuvas,  as mesmas sem precedentes também atingem regiões com populações mais ricas.
Como ficarão essas chuvas devastadoras num mundo cada vez mais quente? É o que mostra uma pesquisa publicada em junho pela revista britânica Nature Climate Change, uma subdivisão da prestigiada Nature. O estudo foi coordenado por Yukiko Hirabayashi, do Instituto de Inovação em Engenharia da Universidade de Tóquio, no Japão. O grupo projetou o comportamento das chuvas mais intensas segundo 11 modelos climáticos diferentes até o ano 2100.

O resultado mostra que algumas regiões do mundo sofrerão mais com chuvas fora do normal. As regiões Sul e Sudeste do Brasil entre elas. Outros levantamentos feitos com modelos de computador no Brasil já mostravam esse risco de chuvas torrenciais. O novo estudo japonês confirma isso e dá uma contextualizada global na tendência.

O grupo de Yukiko fez um mapa onde mostra como pode mudar o ciclo de ocorrência de chuvas recordes, as que ocorrem em média uma vez a cada 100 anos. O critério adotado pelos pesquisadores foi o volume de água nos rios logo após essas tempestades. Quanto mais azul, maior a frequência da enchente do século. Quando mais vermelho, menor.

Em praticamente todo o território brasileiro, as chuvas destruidoras ficarão mais frequentes. Chuvas que ocorriam uma vez num século ocorrerão a cada 50 a 75 anos (nas zonas azul mais claro do Brasil) e a cada 25 a 50 anos (nas zonas de azul mais escuro do Brasil).

A tendência global é de mais chuvas intensas porque o aquecimento aumenta a evaporação e intensifica o ciclo da água. Agora, é preciso avisar a Defesa Civil e os prefeitos que promovem ocupação irregular em encostas ou beira de rios.



O material jornalístico produzido pelo Estadão é protegido por lei. Para compartilhar este conteúdo, utilize o link:http://politica.estadao.com.br/noticias/geral,dilma-repassa-r-54-mi-a-cidades-apos-chuvas-no-rs,1531192
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sexta-feira, 18 de julho de 2014

1 Circular do XVI Simpósio Brasileiro de Geografia Física Aplicada - Teresina - Piauí (28 de junho a 1 de julho de 2015


CIRCULAR 1 

O Curso de Geografia das Universidades Federal e Estadual do Piauí e o Programa de Pós-Graduação
em Geografia da Universidade Federal do Piauí desejam convidar toda a Comunidade Geográfica a
participarem do XVI – SIMPÓSIO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA FÍSICA
APLICADA, que tem como Tema Central:

“TERRITÓRIOS BRASILEIROS: DINÂMICAS, POTENCIALIDADES
E VULNERABILIDADES”

O XVI-SBGFA ocorrerá entre os dias 28 de junho a 01 de Julho de 2015 na cidade de
Teresina, capital do Piauí. O evento objetiva propiciar discussões relativas a diferentes temáticas que
permeiam a ciência Geográfica, considerando aspectos conceituais, teóricos, metodológicos e ainda a
aplicabilidade destes para fins de compreensão, analise e organização adequada do espaço.
O evento está sendo organizado pelas Universidades Federal e Estadual do Piauí e pelo Programa de
Pós-graduação em Geografia da Universidade Federal do Piauí.
O evento tem o apoio institucional da:

- Reitoria da UFPI e suas pró-reitorias;
-Reitoria da UESPI e suas pró-reitorias;
- CCHL (Centro de Ciências Humanas e Letras);
- DGH (Departamento de Geografia e História da UFPI);

quinta-feira, 17 de julho de 2014

Mudanças climáticas e o biomas brasileiros

No século XIX, começou a surgir a consciência de que o dióxido de carbono acumulado na atmosfera da Terra poderia criar um “efeito estufa” e aumentar a temperatura do planeta. Um processo perceptível nessa direção já tinha começado – um efeito colateral da era industrial era a produção de dióxido de carbono e outros “gases de efeito estufa”.

Com base nisto, buscamos algumas reportagens, que vislumbram os possíveis impactos no território brasileiro, a começar pelo centro oeste, que possivelmente se tornará mais quente, oque poderá a fetar o berçário das nascentes dos grandes rios brasileiros. Veja a sequencia das imagnes e reflita.








domingo, 13 de julho de 2014

Situação de Emergência e Estado de Calamidade Pública decretada para o Rio Grande do Sul

Brasília - A Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil do Ministério da Integração Nacional reconheceu estado de calamidade pública nos municípios de Barra do Guarita e Iraí, no Rio Grande do Sul e situação de emergência em 124 cidades do estado. Com esse reconhecimento, as prefeituras têm prazo de dez dias para entregar a documentação detalhada do plano de reconstrução para que o repasse de recursos federais seja acelerado. A portaria foi publicada hoje (10/7/2014) no Diário Oficial da União.

Segundo o governo estadual, o reconhecimento federal vai agilizar o repasse de cerca de R$ 10 milhões. No dia 11/7/2014, no Palácio Piratini, em Porto Alegre, foi realizada uma reunião entre representantes do governo do estado e das prefeituras das cidades atingidas para serem instruídos sobre o preenchimento do formulário de levantamento das demandas do município.

Chega a 157 o número de municípios afetados pela chuva no Rio Grande do Sul, dos quais 131 estão em estado de emergência. Segundo o mais recente boletim da Defesa Civil Estadual, divulgado hoje (10), 18.176 pessoas ainda estão fora de casa. Ontem, eram 18.391. No norte do estado, uma das regiões mais atingidas, os moradores estão começando a voltar para as residências.

A Defesa Civil contabiliza 16.905 pessoas desalojadas, que estão em casas de parentes e amigos, e 1.271 em abrigos públicos.

Os temporais causaram duas mortes: de José Lindomar da Silva, em Jacutinga, e Eracildo Luiz Assmann, 56 anos, em Arroio do Tigre. Paula Thon, 23 anos, continua desaparecida em Arroio do Tigre, onde os bombeiros fazem buscas.

De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia, a previsão do tempo no estado até sábado (12/7/2014) é parcialmente nublado, com ventos fracos a moderados. No domingo (13/7/2014), o tempo será nublado com pancadas de chuva no centro, oeste e sul gaúchos.

Mas para além do Rio Grande do Sul, veja este mapa produzido pela folha de são paulo, mas com dados do IBGE para 5 anos. Tire suas conclusões.