domingo, 12 de janeiro de 2014

Sistemas de Alertas

A chegada da temporada de chuvas sempre promove uma estação de verão conturbada por parte dos órgãos governamentais, principalmente em anos de eleição, que apresentaram estratégias para evitar desastres como deslizamentos de terra e enxurradas entre dezembro e março.

Após um longo período de letargia, o governo federal , resolveu investir na disseminação dos sistemas de alertas contra enchentes, espalhando pluviômetros em comunidades carentes, associado a um sistema de comunicação, denominado de alerta. Porém, o sistema fica por aí. E a imagem desse projeto é um sirene, que apenas grita. E o resto. Onde estão as demais políticas, a fim de sanar a questão da moradia irregular nas áreas urbanas. Áreas de risco são produto da ação humana, porém, quando a mesma é resultado de um sistema de reprodução do modo de produção desigual, criando localidades com mais ou menos infra-estrutura. Não podemos culpabilizar a vítima do sistema de produção e reprodução da cidade, que além de sofrer com a moradia, é atingida em cheio no processo de mobilidade urbana, no ao dos eventos pluviais, não mais necessariamente extremos para estabelecer o caos urbano nosso e cada dia.
Agora avalia,  a partir das sugestões a seguir, os sistemas de alertas que agora  estão na crista da onda do verão.

Acesse esses sítios:
Califórnia testa sistema de alerta para desastres naturais

Argentina ainda busca desaparecidos após 'recorde' de chuvas

Sistema de alertas reduz mortes, mas desastres ainda desafiam Rio



Veja estes vídeos sobre Defesa Civil e Sistemas de alertas





sábado, 11 de janeiro de 2014

Ondas de Frio...nos EUA

Cerca de 190 milhões de moradores dos EUA foram atingidos ontem pela onda de frio que quebrou recordes mínimos de temperatura, provocou a morte de pelo menos oito pessoas, desde o fim de semana, e afetou o sistema de transportes, com o fechamento de estradas, paralisação de trens e cancelamento de voos. O chamado vórtice polar fez os termômetros ficarem entre 14ºC e 19ºC abaixo da média histórica no centro e no leste do país, de acordo com o Serviço Nacional de Meteorologia. Em Nova York, a mínima chegou a -15ºC no Central Park, o que derrubou o recorde de -14ºC registrado na mesma data em 1896. Com o impacto do vento, a sensação térmica era de -21ºC.

No Estado de Illinois, a temperatura chegou ao menor patamar em um 7 de janeiro na cidade de Chicago, com -27ºC - a sensação térmica chegou a -34ºC. A neve interrompeu o curso de três trens na região, deixando 500 passageiros isolados. Parte deles foi resgatada por ônibus, mas 300 pessoas tiveram de esperar durante nove horas para serem retiradas dos vagões. Até o fim da tarde de ontem, 2.500 voos haviam sido cancelados nos EUA e 4.400 registravam atrasos.


Recordes de temperatura mínima também foram quebrados nos Estados de Oklahoma, Texas e Indiana, onde a neve chegava a 30 centímetros. Nas regiões atingidas pelo frio mais severo, escolas permaneceram fechadas pelo segundo dia e a população foi orientada a ficar dentro de casa.

O vórtice polar começou a atingir o país no fim de semana e ontem se espalhou pelas regiões leste e chegou a áreas do sul que raramente veem invernos severos, como Flórida e Geórgia.
O Serviço Nacional de Meteorologia classificou a onda de frio de "perigosa" e alertou que ela pode matar. A agência emitiu advertência para o risco de sensações térmicas negativas para a maioria dos Estados das regiões central e leste, onde a percepção de frio poderia chegar a patamares de -28ºC a -45ºC em razão do vento. Exposição de alguns minutos a essas temperaturas sem proteção adequada pode provocar o congelamento da pele e hipotermia.
Desde o domingo, seis pessoas morreram em situações relacionadas ao frio, o que inclui acidentes de trânsito provocados pela neve ou falta de visibilidade. Quatro das mortes ocorreram em Chicago. Três delas foram de homens que usavam pás para retirar neve de frente de suas casas. Em Indianápolis, uma mulher foi encontrada morta do lado de fora de sua casa. A sexta vítima foi um morador de rua que morreu de hipotermia no Estado da Geórgia, no sul do país, onde a população foi surpreendida pela intensidade da onda polar.

"O frio é um verdadeiro assassino aqui", disse o prefeito de Indianápolis, Greg Ballard, segundo a Associated Press. "Em 10 minutos você pode estar morto se não usar roupas adequadas", alertou Ballard, que pediu a escolas e empresas que permanecessem fechadas ontem.


Agora em relação ao frio extremo na América do Norte, uma explicação pode estar pautada em cima do " Vórtice polar " é o novo chavão de 2014 para os milhões de americanos, que estão aprendendo sobre o seu papel na produção de baixas temperaturas recordes em todo o país . Os meteorologistas já sabem há anos que o padrão do vórtice polar determina a quantidade de fugas de ar frio do Ártico e faz o seu caminho para os EUA durante o inverno. Agora os cientistas do clima querem saber se um Ártico mais quente está a influenciar o seu comportamento.

O vórtice polar é um sistema de baixa pressão de alta altitude que paira sobre o Ártico no inverno. Quando o vórtice polar é forte, ele atua como uma tigela fiação equilibrado no topo do Pólo Norte. A imagem a seguir demostra uma forte fase do vórtice polar em meados de novembro de 2013. Roxo escuro representa o ar mais gelado firmemente contido em uma formação em forma de oval dentro da bacia invisível. A linha roxa luz formando a fronteira externa do ar frio do Ártico é a corrente de jato em seu padrão normal de oeste para leste.



No início de janeiro , o vórtice polar enfraquecido e "quebrou" , permitindo que os fragmentos de ar frio para chapinhar fora da bacia em latitudes médias . A imagem à esquerda mostra a formação de vórtices enfraquecida em 5 de janeiro de 2014. A alta pressão construindo no Ártico diminuiu a corrente de jato , o que causou a fivela em sulcos profundos e fluxo mais ao sul do que o habitual , a introdução de ar frio do Ártico para os EUA Central e Oriental

Nos últimos anos, os cientistas do clima tem notado que a corrente de jato assumiu um formato mais ondulado , em vez do mais típico oval em torno do Pólo Norte , levando a surtos de tempo mais frio para baixo nas latitudes médias e temperaturas mais amenas no Ártico , um chamado padrão " continentes Ártico - frias quentes " . Se esta é a aleatoriedade normal ou relacionada com as alterações climáticas significativas que ocorrem no Ártico não é totalmente clara , especialmente quando se considera eventos individuais. Mas, menos gelo marinho e da cobertura de neve no Ártico e relativamente mais quentes a temperatura do ar do Ártico no final do outono sugerem um padrão de corrente de jato mais ondulado e mais variabilidade entre o padrão em linha reta e ondulado .

Compreender as conexões entre a tendência de aquecimento do Ártico e tempo mais severo nas latitudes médias continua sendo uma área ativa de pesquisa . Mas, mesmo com a temperatura média da Terra aumenta, padrões naturais de variabilidade climática se espera que ainda operam em um mundo mais quente. Houve muitos outros casos de oscilações climáticas naturais que influenciam o nosso clima de inverno nos últimos anos. O inverno excepcionalmente frio de 2009-2010 mostrou que nevascas recordes ainda pode coexistir com o aquecimento global, assim como o início frígida a 2011, o que resultou em mais um inverno frio para o leste dos Estados Unidos .


sábado, 4 de janeiro de 2014

Ano Novo, Velhos Problemas: Uma reflexão a respeito dos fenômenos atmosféricos no território brasileiro.

Bom dia, a todos os leitores do Bioclima.

Neste início de ano, novos desastres vêm assolar a sociedade brasileira, com ondas de calor na região sul do Brasil e chuvas intensas, decorrentes da atuação da Zona de Convergência Intertropical (ZCAS), que atingiu principalmente, o leste de Minas Gerais e O Estado do Espírito Santo.
E mais uma vez, acompanhamos pelo noticiário os mesmos chavões e frases feitas, afirmando e reafirmando a necessidade de mudança e que a culpa não é minha, mas de um processo histórico de desmandos. Porém, aqueles que dizem isto, ligados ao poder executivo, compõem através de seus partidos a base política de grande parte do s municípios brasileiros, que vem se arrastando por eleições bancadas por atores sociais privados, capazes de potencializar candidaturas, que viram reféns dos financiadores, que exigem a não exigência legal das leis de proteção da natureza, da saúde e educação.
Realmente, a situação nos remete a um cenário, em que não existe apenas vítimas e culpados. Uma vez que, todos os agentes produtores do espaço são responsáveis pela atual situação de crescente vulnerabilidade social e ambiental dos ambientes urbanos e rurais.
E, como as regiões atingidas quase sempre são as mesmas todo verão, os municípios atingidos, quase sempre são os mesmos. O que acaba por criar uma situação de conflito ambiental declarado na periferia dos meios urbanos, quase sempre atingidas. E as soluções não acompanham as demandas locais, muito pelo contrário. Ideias políticas mirabolantes e populistas, como a liberação do FGTS, não resolve. Apenas dá um fôlego para famílias, que guardaram parte de seus recursos depois de anos de trabalho assalariado, mas se estas pessoas voltam a ser atingidas, o recurso do FGTS, deixa de existir, mas o problemas continuam. Tal análise rápida permite demonstrar como governantes não pensam em políticas de longo prazo, apenas de curto prazo, no máximo durante um ciclo eleitoral, revisto a cada 2 anos.
Durante o verão, todos os piores problemas ocorrem de uma vez. Por exemplo, Mesmo durante o período de chuvas, é comum ocorrer veranicos, ou seja, períodos de estiagem que duram entre 15 e 30 dias, tal fato, agrava a situação de abastecimento de água, que tem seu consumo aumentado. Bairros mais longínquos do sistema de distribuição de água sofrem mais, pois são os últimos a receberam águas em suas casas, que muitas destas não têm reservatório, ficando dependente da água da rua. 


 No caso na cidade do Rio de Janeiro, a condição piora, quando se identifica que, no dia 3/1/2013, às 15h (sexta-feira), seis das 10 estações meteorológicas que apresentavam as maiores temperaturas em todo o mundo estavam no Rio de Janeiro. Outras três apontavam temperaturas de outros estados brasileiros. A única temperatura calculada em uma estação fora do Brasil ficava na cidade de El Vigia, na Venezuela, segundo o ranking elaborado pelo meteorologista do Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC) Giovanni Dolif, com base em informações colhidas por 4.232 estações em todo o mundo acessadas pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).


Ao contrário disto, as chuvas precipitam de maneira intensa e em pouco tempo, produzindo um acúmulo de água tal, que não tendo condição de vazão as áreas baixas ficam repletas de água, como grandes poças, impedindo a trafegabilidade. Fato que se tornou corriqueiro no mês de dezembro de 2013, devido ao canal de umidade primário da América do Sul, conforme a figura a seguir.
  

  
No Espírito Santo, o ano de 2014, principalmente, em Dezembro, como visto na figura acima, os totais pluviais foram acima da média esperada, causando, 25 mortes. A cidade com o maior número de vítimas é Colatina, com oito mortos, seguida por Itaguaçu que registrou seis mortes. Barra de São Francisco contabilizou quatro mortes e Baixo Guandu, três. As cidades de Domingos Martins, Nova Venécia e Pancas registraram uma morte cada. A defesa civil informou que dos 78 municípios do estado, 54 já foram afetados pelas chuvas.

O número de capixabas que precisaram sair de suas casas e ainda não puderam retornar é 60.037. Dessas, 7.396 foram acolhidas em abrigos e 52.641 estão em casas de parentes e amigos. O levantamento das pessoas afetadas pela chuva continua prejudicado pela dificuldade de acesso a muitas localidades, algumas totalmente isoladas pela intensa inundação, sem comunicação, água potável e energia elétrica. Com a diminuição das chuvas, moradores em algumas cidades estão trabalhando na limpeza de ruas e casas.

Para ampliar esta discussão leia os textos recomendados a seguir:

FIALHO, E. S. O clima e a gestão do território: O papel da Defesa Civil no processo de reconstrução das áreas atingidas por eventos atmosféricos extremos. Revista Entre-Lugar, Dourados, v. 3, n. 6, p. 85-108, 2012.

FIALHO, E. S. A dinâmica plúvio-financeira no estado do Rio de Janeiro. Revista de Ciências Humanas- CCH, Viçosa-MG, v. 12, p. 181-201, 2012.


NASCIMENTO, R. A.; FIALHO, E. S. Geografia, Defesa Civil e Organização do Território. In: I Congresso Brasileiro de Organização do Espaço e X Seminário de Pós-graduação da Unesp-Rio Claro: Unesp, 2010. v. 1. p. 4559-4574.

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

Ondas de Calor na Argentina - 31/12/2013

O governo Argentino confirmou 7 mortes, decorrentes da onda de calor que assola o território Argentino. As mortes foram registradas na província de Santiago del Estero, a cerca de 1,1 mil km ao norte da capital, Buenos Aires. Os efeitos do calor intenso – que chegou a 45,0ºC em províncias do norte – se agravaram com os cortes no fornecimento de energia, que privaram os argentinos de ar condicionado.

O governo atribui os apagões ao calor e cobrou de empresas privadas de energia mais investimentos no setor. Os meteorologistas dizem que esta é a pior onda de altas temperaturas a atingir o país em pelo menos 40 anos. Centenas de pessoas em Santiago del Estero procuraram assistência médica por causa do calor. Os médicos aconselharam a todos que permanecessem dentro de suas casas nas horas mais quentes do dia.

Segundo a repórter da BBC Brasil em Buenos Aires, Márcia Carmo, os cortes de energia atingiram  principalmente a grande Buenos Aires, mas províncias do norte, entre elas Chaco e Corrientes, esta na fronteira com o Brasil, também foram afetadas.

Em decorrência dos apagões, as autoridades decidiram dar folga para funcionários públicos e recomendaram que cartazes com luzes de neon fossem desligados. Elas disseram que não mais que 3% da população de Buenos Aires foi afetada pelos cortes de energia. Entretanto, muitas pessoas não acreditam na estimativa do governo, e dezenas de argentinos foram às ruas protestar na segunda-feira contra a resposta dada pelo governo aos apagões.

De acordo com a repórter da BBC Irene Caselli, partes da capital do país estão sem energia há duas semanas. Nos protestos, moradores de Buenos Aires bateram panelas e colocaram fogo em sacos de lixo e pneus, causando congestionamentos no momento em que milhares de pessoas deixavam a capital para as comemorações de ano-novo em outros locais.

A crise trouxe à tona a falta de investimentos no setor de energia da Argentina. Alguns acusam das autoridades de ignorar a corrupção e não conseguir modernizar o sistema. O governo, por outro lado, culpa as companhias de energia, que foram privatizadas e, segundo eles, não investem. O prefeito de Buenos Aires, Mauricio Macri, um ex-aliado da presidente Cristina Kirchner, saiu em defesa das companhias privadas de energia.

“A maior responsabilidade é do governo federal”, disse ele. “O governo precisa garantir que há um programa de investimento, o que não ocorreu na última década”, disse.




Agora, no dia 1/1/2014, a queda da temperatura do ar em Buenos Aires, nesta quarta-feira, promete deixar para trás a histórica onda de calor, a pior em 107 anos, e normalizar o serviço elétrico, após uma crise energética marcada por blecautes e críticas às autoridades e às companhias do setor.

O Serviço Meteorológico Nacional Argentino (SMN) rebaixou de vermelho para amarelo o alerta em Buenos Aires e região metropolitana e previu uma temperatura máxima de 33,0ºC para hoje e de 28,0ºC para amanhã.



A nova situação contempla que as altas temperaturas ainda podem ser perigosas para a população mais vulnerável, como bebês, crianças pequenas, idosos e doentes crônicos. Com a diminuição das temperaturas, também foi reduzido o consumo de energia, e as companhias distribuidoras puderam solucionar grande parte dos problemas de distribuição das últimas semanas, que chegaram a afetar 800 mil pessoas.

De acordo com o Ministério de Segurança, ontem à noite o serviço já tinha sido restabelecido para 98% dos usuários que foram afetados por cortes de eletricidade em Buenos Aires e região metropolitana. Hoje, o trabalho continua a ser desenvolvido para normalizar a eletricidade nas últimas casas que ainda se encontram sem energia.

A diminuição do consumo foi favorecida também pelo êxodo dos moradores de Buenos Aires rumo a lugares de veraneio, especialmente a costa Atlântica. De Mar del Plata, cerca de 400 quilômetros ao sul da capital argentina, o governador da província de Buenos Aires, o governista Daniel Scioli, voltou hoje a responsabilizar às companhias elétricas pela crise energética desencadeada no mês passado.

Scioli exigiu que as concessionárias assumam as responsabilidades, e assegurou que será realizado uma "avaliação profunda para readequar o sistema elétrico". Há alguns dias, o governo criticou aos diretores de Edesur, e antecipou que tanto esta companhia quanto a Edenor receberão fortes sanções. Além disso, o ministro do Planejamento, Julio de Vido, ameaçou nacionalizá-las caso os problemas persistam.

As companhias distribuidoras atribuíram os blecautes às altas temperaturas e ao consumo recorde de energia pelo uso de aparelhos de ar condicionado.Dirigentes opositores, como o prefeito de Buenos Aires, Mauricio Macri, e o deputado Sergio Massa, apontaram falta de investimento das empresas e, especialmente, erros no planejamento estatal no setor energético, fortemente subsidiado.

Os cortes de eletricidade causaram perdas milionárias durante as festas de fim de ano aos negócios da capital argentina e da região metropolitana, conhecida como o Grande Buenos Aires, onde vivem aproximadamente 15 milhões de pessoas. A Federação de Câmaras e Shoppings da República Argentina estima que 50 mil estabelecimentos portenhos perderam cerca de 500 milhões de pesos (R$ 181.168.532) pelos cortes de luz. O calor extremo registrado no centro e no norte da Argentina em dezembro mataram, pelo menos, oito pessoas. Do total, sete na província de Santiago del Estero e outra na vizinha Salta.

Segundo o Serviço de Meteorologia Nacional, essa foi a onda de calor mais duradoura desde que começaram a ser feitas medições meteorológicas, há 107 anos. 

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Vídeos acerca do tema ilhas de calor

Hoje é o último dia do ano.
E o Bioclima vem através deste último post de 2013 agradecer a todos os leitores do blog. Além de desejar Boas Festas a todos. E para não esquecer da nossa função de disseminar a ciência. Nesta postagem disponibilizamos vídeos que pesquisamos no you tube vídeos acerca do tema de ilhas de calor. Espero que aproveitem. Feliz 2014 a todos.












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Divulgação da publicação da Revista do Departamento de Geografia da USP, n. 26/2013

RDG Revista do Departamento de Geografia - USP
Revista do Departamento de Geografia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo - Brasil
ISSN  2236-2878              DOI: 10.7154

v. 26 (2013)

Sumário

INFORMAÇÕES ESPACIAIS DE CARTAS ANTIGAS VISUALIZADAS EM IMAGENS DIGITAIS ATUAIS: UMA CONTRIBUIÇÃO DO SIG À ARQUEOLOGIA DA PAISAGEM - DOI: 10.7154/RDG.2013.0026.0001PDF
Marcos César Ferreira, Marta Marujo Ferreira1-14
ZONEAMENTO AMBIENTAL E DIRETRIZES PARA O PLANO DE MANEJO DO PARQUE DO MORRO EM SANTA MARIA/RS - DOI: 10.7154/RDG.2013.0026.0002PDF
Eliane Maria Foleto, Patrícia Ziani15-37
EL TERRITORIO COMO PUENTE ENTRE LA CULTURA Y LA POLÍTICA, PARTE I. TRAYECTORIA INSTITUCIONAL DE FEDERICO A. DAUS 1922-1957 - DOI: 10.7154/RDG.2013.0026.0003PDF
Marcelo Ezequiel Lascano Kezic, Susana Isabel Curto38-68
RESERVAS PARTICULARES DO PATRIMÔNIO NATURAL (RPPN’S) COMO SUBSÍDIO AO PLANEJAMENTO DA PAISAGEM NO MUNICÍPIO DE MANDIRITUBA, PR - DOI: 10.7154/RDG.2013.0026.0004PDF
Luciene Ribeiro, Ricardo Michael Pinheiro Silveira, João Carlos Nucci69-94
PROPOSTA PARA A CONSTRUÇÃO UM SISTEMA INFORMATIZADO PARA GESTÃO INTEGRAL DE RISCOS DE DESASTRES NATURAIS (SIGRID) NO CENÁRIO BRASILEIRO - DOI: 10.7154/RDG.2013.0026.0005PDF
Leandro Torres Di Gregorio, Carlos Alberto Pereira Soares, Silvia Midori Saito, Erico Soriano, Luciana de Resende Londe, Marcos Pellegrini Coutinho95-117
DIÁLOGO E COMPROMISSO SOCIAL: UM PERCURSO COM JOVENS DO CAMPO - DOI: 10.7154/RDG.2013.0026.0006PDF
Alexandra Maria Oliveira, José Levi Furtado Sampaio, Francisco Amaro Gomes de Alencar118-131
A INSTITUIÇÃO DA RESERVA LEGAL NO CÓDIGO FLORESTAL BRASILEIRO: FUNDAMENTOS HISTÓRICO-CONCEITUAIS - DOI: 10.7154/RDG.2013.0026.0007PDF
Daniel Stella Castro132-154
POTENCIALIDADE DE UTILIZAÇÃO DA ENERGIA GEOTÉRMICA NO BRASIL – UMA REVISÃO DE LITERATURA - DOI: 10.7154/RDG.2013.0026.0008PDF
Nathana Karina Swarowski Arboit, Samara Terezinha Decezaro, Gilneia Mello do Amaral, Tiago Liberalesso, Vinicio Michael Mayer, Pedro Daniel da Cunha Kemerich155-168
EVOLUÇÃO GEOGRÁFICA DO USO/COBERTURA DA TERRA NA BACIA DO RIO VIEIRA NO NORTE DE MINAS GERAIS - DOI: 10.7154/RDG.2013.0026.0009PDF
Jorge Luis Brito, Monoel Reinaldo Leite, Expedito Jose Ferreira, Marcos Esdras Leite169-194
ANOMALIAS EM PADRÕES DE REDES DE DRENAGEM COMO FATOR DE VERIFICAÇÃO DE NEOTECTÔNICA – UM ESTUDO DE CASO NAS SUB-BACIAS DO RIO MAMUABA-PB - DOI: 10.7154/RDG.2013.0026.0010PDF
Tamires Silva Barbosa, Vinicius Ferreira de Lima, Max Furrier195-213
A PERCEPÇÃO CLIMÁTICA DA OCORRÊNCIA DE ESTIAGENS E OS PROBLEMAS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA NA ÁREA URBANA DO MUNICÍPIO DE BAGÉ - RS - DOI: 10.7154/RDG.2013.0026.0011PDF
Ana Rosa Pacheco Brondani, Cássio Arthur Wollmann, Arnaldo de Araújo Ribeiro214-232
GEOMORFOLOGIA E MORFOESTRUTURA DA CARTA JACUMÃ, ESTADO DA PARAÍBA, REGIÃO NORDESTE DO BRASIL - DOI: 10.7154/RDG.2013.0026.0012PDF
Maria Emanuella Firmino Barbosa, Wesley Ramos Nóbrega, Max Furrier233-251
UM MODELO PARA FORMULAÇÃO DE PERGUNTAS GEOESPACIAIS EM SIG, BASEADO NA MATRIZ GEOGRÁFICA DE BERRY (1964) - DOI: 10.7154/RDG.2013.0026.0013PDF
Marcos César Ferreira252-269

domingo, 29 de dezembro de 2013

Chuvas no Espírito Santo-dezembro de 2013

Veja os dados pluviais na bacia do rio Doce e as imangens de alumas cidades afetadas pelas chuvas de dezembro, no Estado do Espírito Santo.